Hola! les reenvio esto, disculpen el cruce, pero creo que sería importante que Solar se pronuncie en solidaridad con los amigos de Brasil. saludos -----Mensaje reenviado----- From: elaine da silva <[email protected]> To: Coordinadores de Hipatia <[email protected]> Subject: Re: [hipatia] Solidariedade Internacional Exclusivo: Microsoft tentaintimidarGoverno Brasileiro Date: Wed, 16 Jun 2004 06:21:09 +0800 Diego avaliamos que é melhor a manifestação sair da Hipatia de outro país que nao seja do Brasil, "santo de casa não faz milagre "estamos recebendo muitas manifestações do Brasil, queremos dar um carater internacional é o que esta faltando. Seria muito bom se recebessemos apoio da FSFINDIA, FSF, FSFEurope, grupos de usuarios, cooperativas, enfim organizações comprometidas com nossa luta. beijo Elaine ----- Original Message ----- From: "Diego Saravia" <[email protected]> Date: Tue, 15 Jun 2004 19:08:55 -0300 To: Coordinadores de Hipatia <[email protected]> Subject: Re: [hipatia] Solidariedade Internacional Exclusivo: Microsoft tentaintimidarGoverno Brasileiro
Elaine, seria bueno que tu y la gente de brasil lo redacte en protugues e Hipatia apoya
On Wed, 16 Jun 2004 04:48:45 +0800, elaine da silva wrote
Hipatianos estamos organizando a defesa do Sergio Amadeu junto a justiça,bem como articulando a Comunidade Internacional para esta batalha com a empresa monopolista. Solicitamos que a comunidade se manifeste quanto a este episódio escrevendo para [email protected] bem como divulgando para suas listas, o ocorrido. Penso que seria interessante uma nota oficial da Hipatia quanto ao ocorrido além das manifestações individuais. Abaixo, segue a matéria da Carta Capital que deu origem ao pedido de explicações da Microsoft e a versão ingles
O PINGÜIM AVANÇA Cresce o número de empresas privadas que adotam o Linux. E o governo federal resolve comprar briga com a Microsoft.
Por Marineide Marques
Quando o finlandês Linus Torvalds criou o Linux, há cerca de uma década, não faltaram profecias sobre a rápida revolução que o sistema operacional livre provocaria, levando ao ocaso os concorrentes até então disponíveis no mercado. Dados recentes indicam que as mudanças podem não ter vindo a galope, como previram vários analistas, mas começam a acontecer de maneira mais veloz.
No Brasil, pesquisa recente do Yankee Group com 200 das maiores companhias privadas brasileiras informa que 14% delas pretendem adotar o Linux neste ano. A sondagem reforça outro dado, este apurado pela consultoria IDC Brasil, especializada no setor: 17% dos servidores corporativos do País operam os chamados softwares livres ou sistemas abertos.
Efeito pequeno. Para Oliveira e Madrid, da Microsoft, o uso do Linux é restrito A lista inclui redes varejistas como o Carrefour e a Lojas Renner, bancos como o HSBC e o ABN Amro e a operadora de telefonia GVT. "Os principais motivos para as mudanças são custos, performance e segurança", afirma Charles Schweitzer, analista da IDC Brasil.
Ao contrário dos chamados softwares proprietários, cujo uso está baseado no pagamento de licenças, os sistemas abertos, como o próprio nome diz, dão livre acesso ao código-fonte, conjunto de comandos que forma um determinado programa. Isso permite ao usuário conhecer exatamente o que tem dentro do software e modificá-lo se assim desejar. É sonho de todo nerd conhecer, por exemplo, o código-fonte do Windows, da Microsoft, um segredo tão cobiçado quanto a fórmula da Coca-Cola.
A possibilidade de adotar um sistema que pode ser adaptado ao seu negócio, ou customizado, na linguagem gerencial, aliada ao menor custo em relação aos sistemas proprietários, seduz um número cada vez maior de empresas.
O Carrefour testa o Linux há alguns meses em cem caixas registradoras. "Estamos estudando o sistema e analisando o desempenho das máquinas para desenvolver um plano de migração para toda a rede de supermercados", explica o gerente de tecnologia da informação da cadeia varejista, André de Souza.
O Carrefour tem mais de 7 mil caixas em todo o Brasil e é uma adesão importante para os aliados do software aberto. Segundo Souza, só em custo de licença a economia está em 30%. Apesar de livre, o Linux não é de graça. Qualquer um pode baixar o programa pela internet e usá- lo, mas as empresas costumam adquirir o software nos distribuidores, num pacote que inclui suporte e manutenção. Outras vantagens percebidas pelo Carrefour são velocidade e estabilidade. "Um caixa rodando em Linux gasta 30 segundos para fazer uma operação que durava três minutos em outro sistema operacional", diz Souza.
Ele destaca ainda o ganho, embora não mensurável, de independência de fornecedor, ou seja, não ficar preso a um único fabricante, uma vez que o Linux é desenvolvido por várias empresas. O gerente não cita nomes, mas quem conhece um pouco do universo de bits e bytes sabe que ele está falando da Microsoft, dona do Windows, a plataforma que domina 60% dos servidores das empresas brasileiras, segundo números da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Servidores são máquinas potentes que gerenciam os computadores que integram uma mesma rede.
O avanço do Linux no mercado corporativo não é desprezado pela Microsoft, mas a gigante fundada pelo milionário Bill Gates vê os sistemas abertos como aplicações de nicho. "Em dez anos, o Linux só conseguiu participação restrita em segmentos específicos, como varejo e web", comenta o gerente de estratégia de mercado da Microsoft, Eduardo Campos de Oliveira.
Não é bem assim. Aos poucos, o Linux começa a conquistar o setor que mais investe em tecnologia da informação, os bancos (previsão de gastos de R$ 11,5 bilhões em 2004). É um território onde a Microsoft sempre nadou de braçada. O HSBC iniciou os testes com o Linux em duas áreas decisivas para os bancos: frente de caixa e terminais de auto-atendimento. A idéia é migrar parte das máquinas nos próximos três anos. Hoje, o Linux já controla todo o sistema de impressão da rede de agências e roda alguns controles internos do banco. Nas contas da instituição, o uso do Linux proporciona economia de até 50%, dependendo da área. "A plataforma aberta favorece questões estratégicas", informa o diretor de operações de tecnologia da informação do HSBC, Leignes Andreatti.
No governo. Amadeu, do ITT, quer ampliar o uso O grande desafio dos sistemas abertos é provar que dão conta de todas as aplicações críticas de uma companhia, afinal o sistema ganhou espaço, mas faltam empresas que utilizem o programa em 100% das máquinas. Isso reflete mais a falta de experiência do que a incapacidade do software aberto para suportar tais aplicações.
A Lojas Renner é um exemplo de aposta em Linux: dos 80 servidores da companhia, 60 rodam em Linux. Os 20 restantes funcionam com o sistema operacional da Sun, mas serão substituídos pelo software livre à medida que envelhecerem. "A opção é pelo melhor, independentemente de custo", informa o gerente-geral de tecnologia, Luiz Agnelo Franciosi.
Como prova de confiança nos sistemas abertos, a Renner será pioneira na implantação de um sistema de controle de compras e estoques baseado em Linux. "Seremos os primeiros do mundo a utilizar a versão porque acreditamos na plataforma", justifica o executivo. O sucesso da experiência da rede brasileira com os softwares livres já foi alvo de estudos da matriz, a norte-americana JC Penney, mas a opção não se repetiu por lá.
À medida que cresce o número de empresas que utilizam softwares abertos, aumenta a oferta de fornecedores desses sistemas. Gigantes mundiais de hardware e software como HP e IBM perceberam que não dá para ignorar essa expansão e incorporaram a plataforma às suas máquinas. "Praticamente toda a linha da HP roda Linux. "Mesmo que o cliente não vá utilizar essa solução, ele prefere a máquina que dê essa possibilidade de diversificação no futuro", comenta o gerente de marketing para servidores da companhia, Jaison Patrocínio.
A situação se repete na IBM, onde todas as máquinas saem de fábrica habilitadas a rodar Linux. "O modelo de desenvolvimento e distribuição do software livre é um fato irreversível, uma força que ninguém pode ignorar", afirma o gerente de tecnologias Linux da divisão de softwares da IBM Brasil, Tarcísio Lopes.
"É um modelo de negócios que não se sustenta", desafia Oliveira, da Microsoft, que questiona a possibilidade de se ganhar dinheiro com Linux. A dúvida decorre do fato de que todo aperfeiçoamento feito no programa deve ser passado adiante para que outros usuários conheçam a versão melhorada. "Quem paga por essa inovação, se ela não pode ser apropriada?", pergunta o gerente da Microsoft, destacando que a líder mundial em programas de computadores gasta US$ 7 bilhões por ano em pesquisa e desenvolvimento.
Criado em 1991 por Torvalds, na época estudante de Ciência da Computação da Universidade de Helsinque, e tendo como mascote um pingüim, o Linux fez a alegria dos nerds, graças à possibilidade de acesso ao código-fonte. Em pouco tempo, despertou a atenção das empresas. Para evitar que alguém se apropriasse das melhorias e fizesse uma versão fechada, Torvalds criou uma licença especial de uso que proíbe que o código original ou qualquer modificação feita com base nele seja fechada.
No Brasil, Linux é sinônimo de Conectiva, empresa paranaense que lidera a venda de sistemas e serviços baseados em software livre no Brasil, com mais de 70% da base instalada no País, segundo dados do IDC. Fundada em 1995, ela conquistou como investidores o fundo de venture Latin Tech e o banco ABN Amro. Nos últimos quatro anos, a empresa vendeu mais de 100 mil programas, a maioria para o poder público, e vem treinando uma média de 15 mil profissionais por ano, de acordo com o diretor Rodrigo Stulzer.
A forte dependência das compras do governo derrubou o faturamento da Conectiva no ano passado em 30%. "O governo só gastou 7% do orçamento de tecnologia por conta do corte nos gastos de 2003", explica Stulzer. Mais do que provar que o modelo de negócios do Linux funciona, a Conectiva precisa agora assegurar sustentação mesmo com encolhimento das compras oficiais e acirramento da concorrência das multinacionais.
O maior interesse das companhias privadas não serve apenas aos interesses da Conectiva. Ele reforça a posição do governo federal, defensor e estimulador da adoção dos softwares livres. "O que está em disputa é o futuro, não o presente", diz Sérgio Amadeu, presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), órgão subordinado à Casa Civil que tem a função de disseminar o software livre entre ministérios, empresas públicas e autarquias.
Ex-funcionário da prefeitura petista de São Paulo, Amadeu decidiu comprar uma guerra com os maiores fabricantes de sistemas operacionais fechados, a Microsoft principalmente. Para o presidente do ITI, o modelo de software proprietário inviabiliza a informatização do País, dada a necessidade de pagamento de licenças a empresas estrangeiras. "Um país pouco informatizado como o Brasil pagou US$ 1,1 bilhão em licenças de software em 2002. O valor só tende a subir", diz. os gigantes do software. "É uma guerra do ponto de vista tecnológico", afirma, enumerando China e Índia como aliados do Brasil na batalha para "libertar a Esplanada dos Ministérios da reserva de mercado do software proprietário".
Na defesa do software livre, Amadeu não poupa críticas à Microsoft, a quem acusa de "prática de traficante" por oferecer o sistema operacional Windows a alguns governos e prefeituras para a instalação em programas de inclusão digital. "Isso é presente de grego, uma forma de assegurar massa crítica para continuar aprisionando o País."
A declaração causou evidente desconforto na Microsoft. "Não se deve subestimar a capacidade de decisão do usuário como se ele não tivesse livre-arbítrio no futuro", rebate Oliveira. Já Lorenzo Madrid, diretor da Microsoft para o setor público e educação, se diz preocupado com o componente ideológico da decisão de governo. "Defendemos a competição baseada em técnica e preço."
O governo promete incluir nos futuros editais de compra para os órgãos públicos a obrigatoriedade de que os sistemas sejam baseados em softwares livres, o que excluiria a Microsoft de um negócio no qual ela faturou R$ 55 milhões em 2003, ou 6% das vendas totais no País. "Queremos ser tratados com absoluta neutralidade", afirma Madrid.
O apelo da gigante americana não comove Amadeu, que promete colocar mais pimenta na discussão. Até junho, o governo federal pretende lançar uma campanha publicitária de apoio ao software livre. Até o fim de 2004, quatro ministérios devem ter migrado seus servidores para o software aberto: Ciência e Tecnologia, Minas e Energia, Cultura e Relações Exteriores. Para Amadeu, este ano será decisivo para vencer "a estratégia do medo, da incerteza e da dúvida", como ele classifica o modelo de negócios da Microsoft. O sucesso do software livre só o tempo vai provar, mas a briga com a gigante de Bill Gates será travada no presente.
Veja as repercussões em http://www.cipsga.org.br/article.php?sid=5338&mode=thread&order=0 e http://www.softwarelivre.org/news/2479
Dear friends,
It is with vexation that I communicate that the world's largest proprietary software company, owner of a true worldwide monopoly on operating systems is trying to repress the use of Free Software within the Brazilian Federal Government. Microsoft entered with an interpelation on the 15th of June against one of the greatest fighters against the Brazilian technological enprisionment, Sergio Amadeu da Silveira. Microsoft's demands come from an interview given by Amadeu to the "Carta Capital" magazine, in this interview Amadeu compares the ways proprietary systems vendors act with those of drug dealers where "the first shot is always for free", probably in a reference to a quote by Sun Microsystems' President (more on that later) in which it's said that with proprietary software "we are given the first verwion for free, sometimes we get addicted to it and start to pay for further updates or new products acquisition, that's why I don't see any difference between drug traffic and software traffic". Another reason for the interpelation is the use of the expression "Medo, Incerteza e Dúvida" which translates as "Fear, Uncertainty and Doubt", or FUD for short when referring to microsoft's marketing tactics.
There's a single goal behind this action which is to try to put a halt to the Free Software Movement in our government and within our Nation, by aiming a fellow fighter against the exclusive monopoly and the massive external royalty payments due to licencing costs Brazil is currently bound. But the Free Software Movement is much larger than a company which employs only about 200 people in Brazil. We have to stand together with one of the persons who helps to bring real technical inovation to this government, and spread the news that a huge company is suing a person just for stating ideas which are well supported and coherent .
This battle is being fought inside and outside the government, to try to end the market reserve that exists for proprietary software, which not rarely shows less quality than the Free (libre) counterparts, besides being impossible to audit.
According to Umeoka, Microsoft Brazil's president, the Brazilian government choice for free software can lead the nation to the wrong direction, when it comes to computer software matters. The wrong direction, it seems, is that contrary to Microsoft's interests. Quoting Umeoka "If the country closes its market again - the way it did when the IT market was protected (refering to a law that was passed in the 80s to protect the local IT industry) - in 10 years from now we'll have a dominant position in something that is insignificant", in an excerpt from the Reuters agency. Question is: If it's so insignificant, why are they so concerned? Why trying to sue Sergio Amadeu da Silveira, the president of the national IT institute (ITI) instead of any other member of the free software community? Why are they suing an individual instead of an institution? Why didn't they sue Scott McNealy, Sun's CEO when he said on a interview to the Wired Magazine "The first dose of heroin is always free - Microsoft wants to integrate, but doesn't want to integrate with anyone else" and he adds: "The use of a Microft product ties oneself to the need of more and more". Who uses a computer knows it.
The problem is that Microsoft is trying to sell something very different from what the Government wants to buy, and trying to force us to stick with what we don't need.
The monopoly is trying to intimidate the government , we need to show that the Free Software Community and the Brazilian Government are greater than any global monopoly. We can't accept that a foreign company sue a brasilian person in Brazil just because he stated his point of view, in respect to the freedom of speech.
It's a shame for us to welcome an enterprise like that in our country, more than that, it's a shame that we buy their products even knowing that they often lack quality and bring technological enprisionment.
Dedicated to the friend and fellow Sérgio Amadeu da Silveira.
Loosely translated from portuguese based on an article published by http://www.cipsga.org.br -- ______________________________________________ Check out the latest SMS services @ http://www.linuxmail.org This allows you to send and receive SMS through your mailbox.
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