En México hay casos similares Algunos los estamos caracterizando como una especie de "clientelismo ambiental", como una nueva forma de cooptación. saludos Conrado 2012/11/19 Camila Moreno <[email protected]>
Ola compas,
Sobre lo que les comentaba semana pasada, sobre la valorizacion - para cooptacion- de los comunes, vean justo esta noticia sobre proyecto de REDD en tierras comunales de afrodescendientes y indigenas en la region del Chocó - Darién en Colombia.
El proyecto, un contracto de 30 años, fué el primer del mundo en tierras comunales a recibir la certificacion VCS (verified carbon standard) y aún tuvo un "plus" en su valor agregado por recibir el stanrds ´gold´ del esquema CCB (clima, comunidad y biodiversidad), de certificacion de creditos de carbono. El ´plus´ es justamente por promover la sensibilizacion sobre los derechos colectivos y formas de manejo comunales, valorizando asi los creditos de carbono que genera para los mercados... Es el nicho que lo nosotros en la critica llamamos de ´carbono gourmet´ (deveras son como los mismos traders se refieren a ellos).
La noticias exalta como los modos de vida tradicionales pueden ser preservados via los mercados en un esquema win-win (por lo menos 50% de las ganacias de los creditos comerciados se quedn con las comunidades, los otros 50% con la empresa desarrolladora...)
Bueno, para dar-les un ejemplo de lo que nos enfrentamos con la defensa de los comunes on the ground y sus contradiciones.
En portugues abajo abrazos Camila Saludos, Camila
http://www.institutocarbonobrasil.org.br/redd_/noticia=732401
Notícias <http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias1> /REDD+<http://www.institutocarbonobrasil.org.br/redd_> REDD+: Colômbia tem 1º projeto do mundo a receber créditos por conservação em terras coletivas *19/11/2012* - Autor: Jéssica Lipinski - Fonte: Instituto CarbonoBrasil
O Projeto Corredor de Conservação Chocó-Darién se tornou na semana passada a primeira iniciativa de REDD+ certificada pelo Verified Carbon Standard (VCS) da Colômbia e o primeiro do mundo a receber créditos de carbono florestal pela conservação em terras coletivas.
A iniciativa colombiana, que compreende 13.465 hectares, deve evitar a emissão de 2,8 milhões de toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera nos próximos 30 anos. A região, que antes era palco de conflitos violentos, desmatamento ilegal e mineração e enfrentava a migração de seus residentes, teve sua paz relativamente restaurada, e, através do projeto, visa gerar renda para as famílias locais através da preservação de suas florestas e biodiversidade.
“Essa conquista demonstra que proprietários de terras afrodescendentes e indígenas podem ter um papel central na proteção das florestas tropicais e na prevenção das mudanças climáticas”, comentou Brodie Ferguson, fundador e diretor de gestão do Anthrotect, empresa que desenvolveu o projeto. “Pela primeira vez, comunidades dependentes de florestas em Chocó estão gerando renda a partir dos mercados de carbono enquanto preservam suas formas tradicionais de vida”, acrescentou Ferguson.
Entre as atividades da iniciativa, estão incluídos o aumento da sensibilização para a identidade e os direitos coletivos, a resolução de disputas de terra, o planejamento de uso da terra participativo e alternativas econômicas sustentáveis.
Auxiliados por um sistema de sensoriamento remoto, as comunidades também monitorarão a biomassa florestal e o habitat da vida selvagem. Além de gerarem as atividades e terem um papel na gestão do projeto, os habitantes locais também receberão pelo menos 50% dos lucros com a venda de créditos de carbono da iniciativa.
No início do ano, o projeto também havia recebido a validação Nível Ouro do padrão Clima, Comunidade e Biodiversidade (CCB). A certificação do projeto vem em um momento em que muitas iniciativas de REDD+ estão enfrentando dificuldades devido à incerteza do mercado e aos desafios na obtenção de certificações, já que muitas delas criaram conflitos com as comunidades locais por serem acusadas de não cumprir suas promessas de desenvolvimento social e proteção ambiental.
“Nosso modelo de negócios atende às necessidades fundamentais das pessoas e seus ecossistemas. Produzir dividendos de conservação e financeiros duráveis é um ponto de partida para um novo tipo de prosperidade – um que pode suportar gerações”, concluiu Emily Roynestad, diretora de desenvolvimento de negócios do Anthrotect. Imagem: Chocó-Darién / Wikimedia Commons
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-- Dr. Conrado Márquez Rosano Coordinador de Posgrado en Desarrollo Rural Regional. Dirección de Centros Regionales Universitarios Universidad Autónoma Chapingo Km. 38.8 Carretera México-Texcoco, Chapingo, Méx. C.P. 56230 Tel/Fax (01-595) 95-215-44 Tel. (01-595) 95215-00 ext. 5572 E-mail: [email protected]