Campaña internacional http://www.softwarelivre.org/news/2492 Por favor difundir a todas las organizaciones y personas del mundo del soft libre Diego avaliamos que é melhor a manifestação sair da Hipatia de outro país que nao seja do Brasil, "santo de casa não faz milagre "estamos recebendo muitas manifestações do Brasil, queremos dar um carater internacional é o que esta faltando. Seria muito bom se recebessemos apoio da FSFINDIA, FSF, FSFEurope, grupos de usuarios, cooperativas, enfim organizações comprometidas com nossa luta. beijo Elaine ----- Original Message ----- From: "Diego Saravia" <[email protected]> Date: Tue, 15 Jun 2004 19:08:55 -0300 To: Coordinadores de Hipatia <[email protected]> Subject: Re: [hipatia] Solidariedade Internacional Exclusivo: Microsoft tentaintimidarGoverno Brasileiro
Elaine, seria bueno que tu y la gente de brasil lo redacte en protugues e Hipatia apoya
On Wed, 16 Jun 2004 04:48:45 +0800, elaine da silva wrote
Hipatianos estamos organizando a defesa do Sergio Amadeu junto a justiça,bem como articulando a Comunidade Internacional para esta batalha com a empresa monopolista. Solicitamos que a comunidade se manifeste quanto a este episódio escrevendo para [email protected] bem como divulgando para suas listas, o ocorrido. Penso que seria interessante uma nota oficial da Hipatia quanto ao ocorrido além das manifestações individuais. Abaixo, segue a matéria da Carta Capital que deu origem ao pedido de explicações da Microsoft e a versão ingles
O PINGÜIM AVANÇA Cresce o número de empresas privadas que adotam o Linux. E o governo federal resolve comprar briga com a Microsoft.
Por Marineide Marques
Quando o finlandês Linus Torvalds criou o Linux, há cerca de uma década, não faltaram profecias sobre a rápida revolução que o sistema operacional livre provocaria, levando ao ocaso os concorrentes até então disponíveis no mercado. Dados recentes indicam que as mudanças podem não ter vindo a galope, como previram vários analistas, mas começam a acontecer de maneira mais veloz.
No Brasil, pesquisa recente do Yankee Group com 200 das maiores companhias privadas brasileiras informa que 14% delas pretendem adotar o Linux neste ano. A sondagem reforça outro dado, este apurado pela consultoria IDC Brasil, especializada no setor: 17% dos servidores corporativos do País operam os chamados softwares livres ou sistemas abertos.
Efeito pequeno. Para Oliveira e Madrid, da Microsoft, o uso do Linux é restrito A lista inclui redes varejistas como o Carrefour e a Lojas Renner, bancos como o HSBC e o ABN Amro e a operadora de telefonia GVT. "Os principais motivos para as mudanças são custos, performance e segurança", afirma Charles Schweitzer, analista da IDC Brasil.
Ao contrário dos chamados softwares proprietários, cujo uso está baseado no pagamento de licenças, os sistemas abertos, como o próprio nome diz, dão livre acesso ao código-fonte, conjunto de comandos que forma um determinado programa. Isso permite ao usuário conhecer exatamente o que tem dentro do software e modificá-lo se assim desejar. É sonho de todo nerd conhecer, por exemplo, o código-fonte do Windows, da Microsoft, um segredo tão cobiçado quanto a fórmula da Coca-Cola.
A possibilidade de adotar um sistema que pode ser adaptado ao seu negócio, ou customizado, na linguagem gerencial, aliada ao menor custo em relação aos sistemas proprietários, seduz um número cada vez maior de empresas.
O Carrefour testa o Linux há alguns meses em cem caixas registradoras. "Estamos estudando o sistema e analisando o desempenho das máquinas para desenvolver um plano de migração para toda a rede de supermercados", explica o gerente de tecnologia da informação da cadeia varejista, André de Souza.
O Carrefour tem mais de 7 mil caixas em todo o Brasil e é uma adesão importante para os aliados do software aberto. Segundo Souza, só em custo de licença a economia está em 30%. Apesar de livre, o Linux não é de graça. Qualquer um pode baixar o programa pela internet e usá- lo, mas as empresas costumam adquirir o software nos distribuidores, num pacote que inclui suporte e manutenção. Outras vantagens percebidas pelo Carrefour são velocidade e estabilidade. "Um caixa rodando em Linux gasta 30 segundos para fazer uma operação que durava três minutos em outro sistema operacional", diz Souza.
Ele destaca ainda o ganho, embora não mensurável, de independência de fornecedor, ou seja, não ficar preso a um único fabricante, uma vez que o Linux é desenvolvido por várias empresas. O gerente não cita nomes, mas quem conhece um pouco do universo de bits e bytes sabe que ele está falando da Microsoft, dona do Windows, a plataforma que domina 60% dos servidores das empresas brasileiras, segundo números da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Servidores são máquinas potentes que gerenciam os computadores que integram uma mesma rede.
O avanço do Linux no mercado corporativo não é desprezado pela Microsoft, mas a gigante fundada pelo milionário Bill Gates vê os sistemas abertos como aplicações de nicho. "Em dez anos, o Linux só conseguiu participação restrita em segmentos específicos, como varejo e web", comenta o gerente de estratégia de mercado da Microsoft, Eduardo Campos de Oliveira.
Não é bem assim. Aos poucos, o Linux começa a conquistar o setor que mais investe em tecnologia da informação, os bancos (previsão de gastos de R$ 11,5 bilhões em 2004). É um território onde a Microsoft sempre nadou de braçada. O HSBC iniciou os testes com o Linux em duas áreas decisivas para os bancos: frente de caixa e terminais de auto-atendimento. A idéia é migrar parte das máquinas nos próximos três anos. Hoje, o Linux já controla todo o sistema de impressão da rede de agências e roda alguns controles internos do banco. Nas contas da instituição, o uso do Linux proporciona economia de até 50%, dependendo da área. "A plataforma aberta favorece questões estratégicas", informa o diretor de operações de tecnologia da informação do HSBC, Leignes Andreatti.
No governo. Amadeu, do ITT, quer ampliar o uso O grande desafio dos sistemas abertos é provar que dão conta de todas as aplicações críticas de uma companhia, afinal o sistema ganhou espaço, mas faltam empresas que utilizem o programa em 100% das máquinas. Isso reflete mais a falta de experiência do que a incapacidade do software aberto para suportar tais aplicações.
A Lojas Renner é um exemplo de aposta em Linux: dos 80 servidores da companhia, 60 rodam em Linux. Os 20 restantes funcionam com o sistema operacional da Sun, mas serão substituídos pelo software livre à medida que envelhecerem. "A opção é pelo melhor, independentemente de custo", informa o gerente-geral de tecnologia, Luiz Agnelo Franciosi.
Como prova de confiança nos sistemas abertos, a Renner será pioneira na implantação de um sistema de controle de compras e estoques baseado em Linux. "Seremos os primeiros do mundo a utilizar a versão porque acreditamos na plataforma", justifica o executivo. O sucesso da experiência da rede brasileira com os softwares livres já foi alvo de estudos da matriz, a norte-americana JC Penney, mas a opção não se repetiu por lá.
À medida que cresce o número de empresas que utilizam softwares abertos, aumenta a oferta de fornecedores desses sistemas. Gigantes mundiais de hardware e software como HP e IBM perceberam que não dá para ignorar essa expansão e incorporaram a plataforma às suas máquinas. "Praticamente toda a linha da HP roda Linux. "Mesmo que o cliente não vá utilizar essa solução, ele prefere a máquina que dê essa possibilidade de diversificação no futuro", comenta o gerente de marketing para servidores da companhia, Jaison Patrocínio.
A situação se repete na IBM, onde todas as máquinas saem de fábrica habilitadas a rodar Linux. "O modelo de desenvolvimento e distribuição do software livre é um fato irreversível, uma força que ninguém pode ignorar", afirma o gerente de tecnologias Linux da divisão de softwares da IBM Brasil, Tarcísio Lopes.
"É um modelo de negócios que não se sustenta", desafia Oliveira, da Microsoft, que questiona a possibilidade de se ganhar dinheiro com Linux. A dúvida decorre do fato de que todo aperfeiçoamento feito no programa deve ser passado adiante para que outros usuários conheçam a versão melhorada. "Quem paga por essa inovação, se ela não pode ser apropriada?", pergunta o gerente da Microsoft, destacando que a líder mundial em programas de computadores gasta US$ 7 bilhões por ano em pesquisa e desenvolvimento.
Criado em 1991 por Torvalds, na época estudante de Ciência da Computação da Universidade de Helsinque, e tendo como mascote um pingüim, o Linux fez a alegria dos nerds, graças à possibilidade de acesso ao código-fonte. Em pouco tempo, despertou a atenção das empresas. Para evitar que alguém se apropriasse das melhorias e fizesse uma versão fechada, Torvalds criou uma licença especial de uso que proíbe que o código original ou qualquer modificação feita com base nele seja fechada.
No Brasil, Linux é sinônimo de Conectiva, empresa paranaense que lidera a venda de sistemas e serviços baseados em software livre no Brasil, com mais de 70% da base instalada no País, segundo dados do IDC. Fundada em 1995, ela conquistou como investidores o fundo de venture Latin Tech e o banco ABN Amro. Nos últimos quatro anos, a empresa vendeu mais de 100 mil programas, a maioria para o poder público, e vem treinando uma média de 15 mil profissionais por ano, de acordo com o diretor Rodrigo Stulzer.
A forte dependência das compras do governo derrubou o faturamento da Conectiva no ano passado em 30%. "O governo só gastou 7% do orçamento de tecnologia por conta do corte nos gastos de 2003", explica Stulzer. Mais do que provar que o modelo de negócios do Linux funciona, a Conectiva precisa agora assegurar sustentação mesmo com encolhimento das compras oficiais e acirramento da concorrência das multinacionais.
O maior interesse das companhias privadas não serve apenas aos interesses da Conectiva. Ele reforça a posição do governo federal, defensor e estimulador da adoção dos softwares livres. "O que está em disputa é o futuro, não o presente", diz Sérgio Amadeu, presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), órgão subordinado à Casa Civil que tem a função de disseminar o software livre entre ministérios, empresas públicas e autarquias.
Ex-funcionário da prefeitura petista de São Paulo, Amadeu decidiu comprar uma guerra com os maiores fabricantes de sistemas operacionais fechados, a Microsoft principalmente. Para o presidente do ITI, o modelo de software proprietário inviabiliza a informatização do País, dada a necessidade de pagamento de licenças a empresas estrangeiras. "Um país pouco informatizado como o Brasil pagou US$ 1,1 bilhão em licenças de software em 2002. O valor só tende a subir", diz. os gigantes do software. "É uma guerra do ponto de vista tecnológico", afirma, enumerando China e Índia como aliados do Brasil na batalha para "libertar a Esplanada dos Ministérios da reserva de mercado do software proprietário".
Na defesa do software livre, Amadeu não poupa críticas à Microsoft, a quem acusa de "prática de traficante" por oferecer o sistema operacional Windows a alguns governos e prefeituras para a instalação em programas de inclusão digital. "Isso é presente de grego, uma forma de assegurar massa crítica para continuar aprisionando o País."
A declaração causou evidente desconforto na Microsoft. "Não se deve subestimar a capacidade de decisão do usuário como se ele não tivesse livre-arbítrio no futuro", rebate Oliveira. Já Lorenzo Madrid, diretor da Microsoft para o setor público e educação, se diz preocupado com o componente ideológico da decisão de governo. "Defendemos a competição baseada em técnica e preço."
O governo promete incluir nos futuros editais de compra para os órgãos públicos a obrigatoriedade de que os sistemas sejam baseados em softwares livres, o que excluiria a Microsoft de um negócio no qual ela faturou R$ 55 milhões em 2003, ou 6% das vendas totais no País. "Queremos ser tratados com absoluta neutralidade", afirma Madrid.
O apelo da gigante americana não comove Amadeu, que promete colocar mais pimenta na discussão. Até junho, o governo federal pretende lançar uma campanha publicitária de apoio ao software livre. Até o fim de 2004, quatro ministérios devem ter migrado seus servidores para o software aberto: Ciência e Tecnologia, Minas e Energia, Cultura e Relações Exteriores. Para Amadeu, este ano será decisivo para vencer "a estratégia do medo, da incerteza e da dúvida", como ele classifica o modelo de negócios da Microsoft. O sucesso do software livre só o tempo vai provar, mas a briga com a gigante de Bill Gates será travada no presente.
Veja as repercussões em http://www.cipsga.org.br/article.php?sid=5338&mode=thread&order=0 e http://www.softwarelivre.org/news/2479
Dear friends,
It is with vexation that I communicate that the world's largest proprietary software company, owner of a true worldwide monopoly on operating systems is trying to repress the use of Free Software within the Brazilian Federal Government. Microsoft entered with an interpelation on the 15th of June against one of the greatest fighters against the Brazilian technological enprisionment, Sergio Amadeu da Silveira. Microsoft's demands come from an interview given by Amadeu to the "Carta Capital" magazine, in this interview Amadeu compares the ways proprietary systems vendors act with those of drug dealers where "the first shot is always for free", probably in a reference to a quote by Sun Microsystems' President (more on that later) in which it's said that with proprietary software "we are given the first verwion for free, sometimes we get addicted to it and start to pay for further updates or new products acquisition, that's why I don't see any difference between drug traffic and software traffic". Another reason for the interpelation is the use of the expression "Medo, Incerteza e Dúvida" which translates as "Fear, Uncertainty and Doubt", or FUD for short when referring to microsoft's marketing tactics.
There's a single goal behind this action which is to try to put a halt to the Free Software Movement in our government and within our Nation, by aiming a fellow fighter against the exclusive monopoly and the massive external royalty payments due to licencing costs Brazil is currently bound. But the Free Software Movement is much larger than a company which employs only about 200 people in Brazil. We have to stand together with one of the persons who helps to bring real technical inovation to this government, and spread the news that a huge company is suing a person just for stating ideas which are well supported and coherent .
This battle is being fought inside and outside the government, to try to end the market reserve that exists for proprietary software, which not rarely shows less quality than the Free (libre) counterparts, besides being impossible to audit.
According to Umeoka, Microsoft Brazil's president, the Brazilian government choice for free software can lead the nation to the wrong direction, when it comes to computer software matters. The wrong direction, it seems, is that contrary to Microsoft's interests. Quoting Umeoka "If the country closes its market again - the way it did when the IT market was protected (refering to a law that was passed in the 80s to protect the local IT industry) - in 10 years from now we'll have a dominant position in something that is insignificant", in an excerpt from the Reuters agency. Question is: If it's so insignificant, why are they so concerned? Why trying to sue Sergio Amadeu da Silveira, the president of the national IT institute (ITI) instead of any other member of the free software community? Why are they suing an individual instead of an institution? Why didn't they sue Scott McNealy, Sun's CEO when he said on a interview to the Wired Magazine "The first dose of heroin is always free - Microsoft wants to integrate, but doesn't want to integrate with anyone else" and he adds: "The use of a Microft product ties oneself to the need of more and more". Who uses a computer knows it.
The problem is that Microsoft is trying to sell something very different from what the Government wants to buy, and trying to force us to stick with what we don't need.
The monopoly is trying to intimidate the government , we need to show that the Free Software Community and the Brazilian Government are greater than any global monopoly. We can't accept that a foreign company sue a brasilian person in Brazil just because he stated his point of view, in respect to the freedom of speech.
It's a shame for us to welcome an enterprise like that in our country, more than that, it's a shame that we buy their products even knowing that they often lack quality and bring technological enprisionment.
Dedicated to the friend and fellow Sérgio Amadeu da Silveira.
Loosely translated from portuguese based on an article published by http://www.cipsga.org.br -- ______________________________________________ Check out the latest SMS services @ http://www.linuxmail.org This allows you to send and receive SMS through your mailbox.
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-- Diego Saravia [email protected]
_______________________________________________ -- Diego Saravia [email protected]
Que les parece en la portada del sitio: ---------------------------------------------------- Solar, Software Libre Argentina, expresa su solidaridad con Sergio Amadeu, víctima de los ataques legales de Microsoft. Entendemos que este proceso criminal iniciado contra el directivo brasileño, no es otra cosa que una intimidación, y un ataque a la independencia y libre elección. Es en un contexto de democracia y ejercicio pleno de las libertades, en que países como Argentina o Brasil, pueden soñar con una América solidaria, firme y desarrollada. Invitamos a todas las asociaciones a sumarse a esta campaña y apoyar solidariamente a Sergio Amadeu. Más información: http://www.softwarelivre.org/news/2479 -------------------------------------------------------- Ahora q la leo, le falta un poco de pasión. Alguien le pone algún condimento? Otra cosa, quiza debamos indicar también el apoyo en la propia página de softwarelivre.org.br VeRoX. El mar, 15-06-2004 a las 20:37, Diego Saravia escribió:
Campa=F1a internacional
http://www.softwarelivre.org/news/2492
Por favor difundir a todas las organizaciones y personas del mundo del so= ft libre
Diego avaliamos que =E9 melhor a manifesta=E7=E3o sair da Hipatia de outr= o pa=EDs que nao seja do Brasil, "santo de casa n=E3o faz milagre "estamos recebendo = muitas manifesta=E7=F5es do Brasil, queremos dar um carater internacional =E9 o = que esta faltando. Seria muito bom se recebessemos apoio da FSFINDIA, FSF, FSFEurope, grupos= de usuarios, cooperativas, enfim organiza=E7=F5es comprometidas com nossa lu= ta. beijo Elaine ----- Original Message ----- From: "Diego Saravia" <[email protected]> Date: Tue, 15 Jun 2004 19:08:55 -0300 To: Coordinadores de Hipatia <[email protected]> Subject: Re: [hipatia] Solidariedade Internacional Exclusivo: Microsoft tentaintimidarGoverno Brasileiro
Elaine, seria bueno que tu y la gente de brasil lo redacte en protugues= e Hipatia apoya
On Wed, 16 Jun 2004 04:48:45 +0800, elaine da silva wrote
Hipatianos estamos organizando a defesa do Sergio Amadeu junto a justi=E7a,bem como articulando a Comunidade Internacional para esta batalha com a empresa monopolista. Solicitamos que a comunidade se manifeste quanto a este epis=F3dio escrevendo para [email protected] bem como divulgando para suas listas, o ocorrido. Penso que seria interessante uma nota oficial da Hipatia quanto ao ocorrido al=E9m das manifesta=E7=F5es individuais. Abaixo, segue a mat=E9ria da Carta Capital que deu origem ao pedido d= e explica=E7=F5es da Microsoft e a vers=E3o ingles
O PING=DCIM AVAN=C7A Cresce o n=FAmero de empresas privadas que adotam o Linux. E o govern= o federal resolve comprar briga com a Microsoft.
Por Marineide Marques
Quando o finland=EAs Linus Torvalds criou o Linux, h=E1 cerca de uma d=E9cada, n=E3o faltaram profecias sobre a r=E1pida revolu=E7=E3o que= o sistema operacional livre provocaria, levando ao ocaso os concorrentes at=E9 ent=E3o dispon=EDveis no mercado. Dados recentes indicam que as mudan= =E7as podem n=E3o ter vindo a galope, como previram v=E1rios analistas, mas come=E7am a acontecer de maneira mais veloz.
No Brasil, pesquisa recente do Yankee Group com 200 das maiores companhias privadas brasileiras informa que 14% delas pretendem adotar o Linux neste ano. A sondagem refor=E7a outro dado, este apurado pela consultoria IDC Brasil, especializada no setor: 17% dos servidores corporativos do Pa=EDs operam os chamados softwares livres ou sistemas abertos.
Efeito pequeno. Para Oliveira e Madrid, da Microsoft, o uso do Linux =E9 restrito A lista inclui redes varejistas como o Carrefour e a Lojas Renner, bancos como o HSBC e o ABN Amro e a operadora de telefonia GVT. "Os principais motivos para as mudan=E7as s=E3o custos, performance e seguran=E7a", afirma Charles Schweitzer, analista da IDC Brasil.
Ao contr=E1rio dos chamados softwares propriet=E1rios, cujo uso est=E1 baseado no pagamento de licen=E7as, os sistemas abertos, como o pr=F3= prio nome diz, d=E3o livre acesso ao c=F3digo-fonte, conjunto de comandos = que forma um determinado programa. Isso permite ao usu=E1rio conhecer exatamente o que tem dentro do software e modific=E1-lo se assim desejar. =C9 sonho de todo nerd conhecer, por exemplo, o c=F3digo-fon= te do Windows, da Microsoft, um segredo t=E3o cobi=E7ado quanto a f=F3rm= ula da Coca-Cola.
A possibilidade de adotar um sistema que pode ser adaptado ao seu neg=F3cio, ou customizado, na linguagem gerencial, aliada ao menor custo em rela=E7=E3o aos sistemas propriet=E1rios, seduz um n=FAmero = cada vez maior de empresas.
O Carrefour testa o Linux h=E1 alguns meses em cem caixas registradoras. "Estamos estudando o sistema e analisando o desempenho das m=E1quinas para desenvolver um plano de migra=E7=E3o p= ara toda a rede de supermercados", explica o gerente de tecnologia da informa=E7=E3o da cadeia varejista, Andr=E9 de Souza.
O Carrefour tem mais de 7 mil caixas em todo o Brasil e =E9 uma ades=E3= o importante para os aliados do software aberto. Segundo Souza, s=F3 em custo de licen=E7a a economia est=E1 em 30%. Apesar de livre, o Linux= n=E3o =E9 de gra=E7a. Qualquer um pode baixar o programa pela internet e us= =E1- lo, mas as empresas costumam adquirir o software nos distribuidores, num pacote que inclui suporte e manuten=E7=E3o. Outras vantagens perc= ebidas pelo Carrefour s=E3o velocidade e estabilidade. "Um caixa rodando em Linux gasta 30 segundos para fazer uma opera=E7=E3o que durava tr=EAs minutos em outro sistema operacional", diz Souza.
Ele destaca ainda o ganho, embora n=E3o mensur=E1vel, de independ=EAn= cia de fornecedor, ou seja, n=E3o ficar preso a um =FAnico fabricante, uma v= ez que o Linux =E9 desenvolvido por v=E1rias empresas. O gerente n=E3o c= ita nomes, mas quem conhece um pouco do universo de bits e bytes sabe que ele est=E1 falando da Microsoft, dona do Windows, a plataforma que domina 60% dos servidores das empresas brasileiras, segundo n=FAmeros da Funda=E7=E3o Get=FAlio Vargas (FGV). Servidores s=E3o m=E1quinas p= otentes que gerenciam os computadores que integram uma mesma rede.
O avan=E7o do Linux no mercado corporativo n=E3o =E9 desprezado pela Microsoft, mas a gigante fundada pelo milion=E1rio Bill Gates v=EA os sistemas abertos como aplica=E7=F5es de nicho. "Em dez anos, o Linux = s=F3 conseguiu participa=E7=E3o restrita em segmentos espec=EDficos, como = varejo e web", comenta o gerente de estrat=E9gia de mercado da Microsoft, Eduardo Campos de Oliveira.
N=E3o =E9 bem assim. Aos poucos, o Linux come=E7a a conquistar o seto= r que mais investe em tecnologia da informa=E7=E3o, os bancos (previs=E3o d= e gastos de R$ 11,5 bilh=F5es em 2004). =C9 um territ=F3rio onde a Micr= osoft sempre nadou de bra=E7ada. O HSBC iniciou os testes com o Linux em du= as =E1reas decisivas para os bancos: frente de caixa e terminais de auto-atendimento. A id=E9ia =E9 migrar parte das m=E1quinas nos pr=F3= ximos tr=EAs anos. Hoje, o Linux j=E1 controla todo o sistema de impress=E3= o da rede de ag=EAncias e roda alguns controles internos do banco. Nas contas da institui=E7=E3o, o uso do Linux proporciona economia de at=E9 50%, dependendo da =E1rea. "A plataforma aberta favorece quest=F5es estrat=E9gicas", informa o diretor de opera=E7=F5es de tecnologia da informa=E7=E3o do HSBC, Leignes Andreatti.
No governo. Amadeu, do ITT, quer ampliar o uso O grande desafio dos sistemas abertos =E9 provar que d=E3o conta de t= odas as aplica=E7=F5es cr=EDticas de uma companhia, afinal o sistema ganho= u espa=E7o, mas faltam empresas que utilizem o programa em 100% das m=E1quinas. Isso reflete mais a falta de experi=EAncia do que a incapacidade do software aberto para suportar tais aplica=E7=F5es.
A Lojas Renner =E9 um exemplo de aposta em Linux: dos 80 servidores d= a companhia, 60 rodam em Linux. Os 20 restantes funcionam com o sistema operacional da Sun, mas ser=E3o substitu=EDdos pelo software livre =E0 medida que envelhecerem. "A op=E7=E3o =E9 pelo melhor, independenteme= nte de custo", informa o gerente-geral de tecnologia, Luiz Agnelo Franciosi.
Como prova de confian=E7a nos sistemas abertos, a Renner ser=E1 pione= ira na implanta=E7=E3o de um sistema de controle de compras e estoques baseado em Linux. "Seremos os primeiros do mundo a utilizar a vers=E3= o porque acreditamos na plataforma", justifica o executivo. O sucesso da experi=EAncia da rede brasileira com os softwares livres j=E1 foi alvo de estudos da matriz, a norte-americana JC Penney, mas a op=E7=E3= o n=E3o se repetiu por l=E1.
=C0 medida que cresce o n=FAmero de empresas que utilizam softwares abertos, aumenta a oferta de fornecedores desses sistemas. Gigantes mundiais de hardware e software como HP e IBM perceberam que n=E3o d=E1 para ignorar essa expans=E3o e incorporaram a plataforma =E0s suas m=E1quinas. "Praticamente toda a linha da HP roda Linux. "Mesmo que o cliente n=E3o v=E1 utilizar essa solu=E7=E3o, ele prefere a m=E1quina= que d=EA essa possibilidade de diversifica=E7=E3o no futuro", comenta o gerent= e de marketing para servidores da companhia, Jaison Patroc=EDnio.
A situa=E7=E3o se repete na IBM, onde todas as m=E1quinas saem de f=E1= brica habilitadas a rodar Linux. "O modelo de desenvolvimento e distribui=E7=E3o do software livre =E9 um fato irrevers=EDvel, uma fo= r=E7a que ningu=E9m pode ignorar", afirma o gerente de tecnologias Linux da divis=E3o de softwares da IBM Brasil, Tarc=EDsio Lopes.
"=C9 um modelo de neg=F3cios que n=E3o se sustenta", desafia Oliveira= , da Microsoft, que questiona a possibilidade de se ganhar dinheiro com Linux. A d=FAvida decorre do fato de que todo aperfei=E7oamento feito= no programa deve ser passado adiante para que outros usu=E1rios conhe=E7= am a vers=E3o melhorada. "Quem paga por essa inova=E7=E3o, se ela n=E3o po= de ser apropriada?", pergunta o gerente da Microsoft, destacando que a l=EDd= er mundial em programas de computadores gasta US$ 7 bilh=F5es por ano em pesquisa e desenvolvimento.
Criado em 1991 por Torvalds, na =E9poca estudante de Ci=EAncia da Computa=E7=E3o da Universidade de Helsinque, e tendo como mascote um ping=FCim, o Linux fez a alegria dos nerds, gra=E7as =E0 possibilidad= e de acesso ao c=F3digo-fonte. Em pouco tempo, despertou a aten=E7=E3o das empresas. Para evitar que algu=E9m se apropriasse das melhorias e fizesse uma vers=E3o fechada, Torvalds criou uma licen=E7a especial d= e uso que pro=EDbe que o c=F3digo original ou qualquer modifica=E7=E3o = feita com base nele seja fechada.
No Brasil, Linux =E9 sin=F4nimo de Conectiva, empresa paranaense que lidera a venda de sistemas e servi=E7os baseados em software livre no Brasil, com mais de 70% da base instalada no Pa=EDs, segundo dados do IDC. Fundada em 1995, ela conquistou como investidores o fundo de venture Latin Tech e o banco ABN Amro. Nos =FAltimos quatro anos, a empresa vendeu mais de 100 mil programas, a maioria para o poder p=FAblico, e vem treinando uma m=E9dia de 15 mil profissionais por an= o, de acordo com o diretor Rodrigo Stulzer.
A forte depend=EAncia das compras do governo derrubou o faturamento d= a Conectiva no ano passado em 30%. "O governo s=F3 gastou 7% do or=E7am= ento de tecnologia por conta do corte nos gastos de 2003", explica Stulzer. Mais do que provar que o modelo de neg=F3cios do Linux funciona, a Conectiva precisa agora assegurar sustenta=E7=E3o mesmo c= om encolhimento das compras oficiais e acirramento da concorr=EAncia das multinaciona= is.
O maior interesse das companhias privadas n=E3o serve apenas aos interesses da Conectiva. Ele refor=E7a a posi=E7=E3o do governo feder= al, defensor e estimulador da ado=E7=E3o dos softwares livres. "O que est= =E1 em disputa =E9 o futuro, n=E3o o presente", diz S=E9rgio Amadeu, preside= nte do Instituto Nacional de Tecnologia da Informa=E7=E3o (ITI), =F3rg=E3o subordinado =E0 Casa Civil que tem a fun=E7=E3o de disseminar o softw= are livre entre minist=E9rios, empresas p=FAblicas e autarquias.
Ex-funcion=E1rio da prefeitura petista de S=E3o Paulo, Amadeu decidiu comprar uma guerra com os maiores fabricantes de sistemas operacionais fechados, a Microsoft principalmente. Para o presidente do ITI, o modelo de software propriet=E1rio inviabiliza a informatiza=E7=E3o do Pa=EDs, dada a necessidade de pagamento de lice= n=E7as a empresas estrangeiras. "Um pa=EDs pouco informatizado como o Brasil pagou US$ 1,1 bilh=E3o em licen=E7as de software em 2002. O valor s=F3 tende a subir", diz. os gigantes do software. "=C9 uma guerra do pont= o de vista tecnol=F3gico", afirma, enumerando China e =CDndia como alia= dos do Brasil na batalha para "libertar a Esplanada dos Minist=E9rios da reserva de mercado do software propriet=E1rio".
Na defesa do software livre, Amadeu n=E3o poupa cr=EDticas =E0 Micros= oft, a quem acusa de "pr=E1tica de traficante" por oferecer o sistema operacional Windows a alguns governos e prefeituras para a instala=E7= =E3o em programas de inclus=E3o digital. "Isso =E9 presente de grego, uma forma de assegurar massa cr=EDtica para continuar aprisionando o Pa=ED= s."
A declara=E7=E3o causou evidente desconforto na Microsoft. "N=E3o se = deve subestimar a capacidade de decis=E3o do usu=E1rio como se ele n=E3o t= ivesse livre-arb=EDtrio no futuro", rebate Oliveira. J=E1 Lorenzo Madrid, diretor da Microsoft para o setor p=FAblico e educa=E7=E3o, se diz preocupado com o componente ideol=F3gico da decis=E3o de governo. "Defendemos a competi=E7=E3o baseada em t=E9cnica e pre=E7o."
O governo promete incluir nos futuros editais de compra para os =F3rg=E3os p=FAblicos a obrigatoriedade de que os sistemas sejam base= ados em softwares livres, o que excluiria a Microsoft de um neg=F3cio no qual ela faturou R$ 55 milh=F5es em 2003, ou 6% das vendas totais no = Pa=EDs. "Queremos ser tratados com absoluta neutralidade", afirma Madrid.
O apelo da gigante americana n=E3o comove Amadeu, que promete colocar mais pimenta na discuss=E3o. At=E9 junho, o governo federal pretende lan=E7ar uma campanha publicit=E1ria de apoio ao software livre. At=E9= o fim de 2004, quatro minist=E9rios devem ter migrado seus servidores para o software aberto: Ci=EAncia e Tecnologia, Minas e Energia, Cultura e Rela=E7=F5es Exteriores. Para Amadeu, este ano ser=E1 decis= ivo para vencer "a estrat=E9gia do medo, da incerteza e da d=FAvida", com= o ele classifica o modelo de neg=F3cios da Microsoft. O sucesso do software livre s=F3 o tempo vai provar, mas a briga com a gigante de Bill Gates ser=E1 travada no presente.
Veja as repercuss=F5es em http://www.cipsga.org.br/article.php?sid=3D5338&mode=3Dthread&order=3D= 0 e http://www.softwarelivre.org/news/2479
Dear friends,
It is with vexation that I communicate that the world's largest proprietary software company, owner of a true worldwide monopoly on operating systems is trying to repress the use of Free Software within the Brazilian Federal Government. Microsoft entered with an interpelation on the 15th of June against one of the greatest fighters against the Brazilian technological enprisionment, Sergio Amadeu da Silveira. Microsoft's demands come from an interview given by Amadeu to the "Carta Capital" magazine, in this interview Amadeu compares the ways proprietary systems vendors act with those of drug dealers where "the first shot is always for free", probably in a reference to a quote by Sun Microsystems' President (more on that later) in which it's said that with proprietary software "we are given the first verwion for free, sometimes we get addicted to it and start to pay for further updates or new products acquisition, that's why I don't see any difference between drug traffic and software traffic". Another reason for the interpelation is the use of the expression "Medo, Incerteza e D=FAvida" which translates as "Fear, Uncertainty and Doubt", or FUD for short when referring to microsoft's marketing tactics.
There's a single goal behind this action which is to try to put a halt to the Free Software Movement in our government and within our Nation, by aiming a fellow fighter against the exclusive monopoly and the massive external royalty payments due to licencing costs Brazil is currently bound. But the Free Software Movement is much larger than a company which employs only about 200 people in Brazil. We have to stand together with one of the persons who helps to bring real technical inovation to this government, and spread the news that a huge company is suing a person just for stating ideas which are well supported and coherent .
This battle is being fought inside and outside the government, to try to end the market reserve that exists for proprietary software, which not rarely shows less quality than the Free (libre) counterparts, besides being impossible to audit.
According to Umeoka, Microsoft Brazil's president, the Brazilian government choice for free software can lead the nation to the wrong direction, when it comes to computer software matters. The wrong direction, it seems, is that contrary to Microsoft's interests. Quoting Umeoka "If the country closes its market again - the way it did when the IT market was protected (refering to a law that was passed in the 80s to protect the local IT industry) - in 10 years from now we'll have a dominant position in something that is insignificant", in an excerpt from the Reuters agency. Question is: If it's so insignificant, why are they so concerned? Why trying to sue Sergio Amadeu da Silveira, the president of the national IT institute (ITI) instead of any other member of the free software community? Why are they suing an individual instead of an institution? Why didn't they sue Scott McNealy, Sun's CEO when he said on a interview to the Wired Magazine "The first dose of heroin is always free - Microsoft wants to integrate, but doesn't want to integrate with anyone else" and he adds: "The use of a Microft product ties oneself to the need of more and more". Who uses a computer knows it.
The problem is that Microsoft is trying to sell something very different from what the Government wants to buy, and trying to force us to stick with what we don't need.
The monopoly is trying to intimidate the government , we need to show that the Free Software Community and the Brazilian Government are greater than any global monopoly. We can't accept that a foreign company sue a brasilian person in Brazil just because he stated his point of view, in respect to the freedom of speech.
It's a shame for us to welcome an enterprise like that in our country, more than that, it's a shame that we buy their products even knowing that they often lack quality and bring technological enprisionment.
Dedicated to the friend and fellow S=E9rgio Amadeu da Silveira.
Loosely translated from portuguese based on an article published by http://www.cipsga.org.br -- ______________________________________________ Check out the latest SMS services @ http://www.linuxmail.org This allows you to send and receive SMS through your mailbox.
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-- Diego Saravia [email protected]
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No se si lo que agregue queda bien o me tome mucho vodka temprano.... El mié, 16-06-2004 a las 01:37, Veronica Xhardez escribió:
Que les parece en la portada del sitio: ---------------------------------------------------- Solar, Software Libre Argentina, expresa su solidaridad con Sergio Amadeu, víctima de los ataques legales de Microsoft. Entendemos que este proceso criminal iniciado contra el directivo brasileño, no es otra cosa que una intimidación, y un ataque a la independencia y libre elección. Es en un contexto de democracia y ejercicio pleno de las libertades, en que países como Argentina o Brasil, pueden soñar con una América solidaria, firme y desarrollada.
agregaria lo siguiente Microsoft cree que puede con acciones puntuales a lo largo del planeta evitar lo inevitable. Abramos los ojos del mundo y no dejemos que este tipo de acciones queden impune ante la sociedad. cambiaria esto último por lo de abajo
Invitamos a todas las asociaciones a sumarse a esta campaña y apoyar solidariamente a Sergio Amadeu.
Invitamos Toda la comunidad internacional de SL a sumarse a esta campaña para evitar el atropello de aquellos que se sienten con poder para avasallar la libertad.
Más información: http://www.softwarelivre.org/news/2479 --------------------------------------------------------
Ahora q la leo, le falta un poco de pasión. Alguien le pone algún condimento?
Otra cosa, quiza debamos indicar también el apoyo en la propia página de softwarelivre.org.br
VeRoX.
[email protected] wrote:
No se si lo que agregue queda bien o me tome mucho vodka temprano....
Los ebrios no mienten ;-) Me parecen perfecto esas modificaciones que sugerís, este tipo de acciones hay que condenarlas energicamente.
El mié, 16-06-2004 a las 01:37, Veronica Xhardez escribió:
Que les parece en la portada del sitio: ---------------------------------------------------- Solar, Software Libre Argentina, expresa su solidaridad con Sergio Amadeu, víctima de los ataques legales de Microsoft. Entendemos que este proceso criminal iniciado contra el directivo brasileño, no es otra cosa que una intimidación, y un ataque a la independencia y libre elección. Es en un contexto de democracia y ejercicio pleno de las libertades, en que países como Argentina o Brasil, pueden soñar con una América solidaria, firme y desarrollada.
agregaria lo siguiente
Microsoft cree que puede con acciones puntuales a lo largo del planeta evitar lo inevitable. Abramos los ojos del mundo y no dejemos que este tipo de acciones queden impune ante la sociedad.
cambiaria esto último por lo de abajo
Invitamos a todas las asociaciones a sumarse a esta campaña y apoyar solidariamente a Sergio Amadeu.
Invitamos Toda la comunidad internacional de SL a sumarse a esta campaña para evitar el atropello de aquellos que se sienten con poder para avasallar la libertad.
-- Martin Andres Gomez Gimenez NIS web: http://www.i-nis.com.ar e-mail: [email protected] JABBER: [email protected] ICQ: 294606465 Usuario Linux: #306000 gpg --keyserver wwwkeys.pgp.net --recv-key 9E5D148C Key fingerprint = 57B5 0128 B053 F3CE 9BC5 EFDB BF6C 2FA9 9E5D 148C
perfecto modifiquemos un poco pero entendamos que es algo que tiene que estar en portada. yo remarcaria el acuerdo bueno disculpen hasta las manos el pibe pero esto tiene que estar!!!! quien puede darle una mano a vero? Veronica Xhardez dijo:
Que les parece en la portada del sitio: ---------------------------------------------------- Solar, Software Libre Argentina, expresa su solidaridad con Sergio Amadeu, víctima de los ataques legales de Microsoft. Entendemos que este proceso criminal iniciado contra el directivo brasileño, no es otra cosa que una intimidación, y un ataque a la independencia y libre elección.
Es en un contexto de democracia y ejercicio pleno de las libertades, en que países como Argentina o Brasil, pueden soñar con una América solidaria, firme y desarrollada.
Invitamos a todas las asociaciones a sumarse a esta campaña y apoyar solidariamente a Sergio Amadeu.
Más información: http://www.softwarelivre.org/news/2479 --------------------------------------------------------
Ahora q la leo, le falta un poco de pasión. Alguien le pone algún condimento?
Otra cosa, quiza debamos indicar también el apoyo en la propia página de softwarelivre.org.br
VeRoX.
El mar, 15-06-2004 a las 20:37, Diego Saravia escribió:
Campa=F1a internacional
http://www.softwarelivre.org/news/2492
Por favor difundir a todas las organizaciones y personas del mundo del so> ft libre
Diego avaliamos que =E9 melhor a manifesta=E7=E3o sair da Hipatia de outr> o pa=EDs que nao seja do Brasil, "santo de casa n=E3o faz milagre "estamos recebendo
muitas manifesta=E7=F5es do Brasil, queremos dar um carater internacional =E9 o que esta faltando. Seria muito bom se recebessemos apoio da FSFINDIA, FSF, FSFEurope, grupos> de usuarios, cooperativas, enfim organiza=E7=F5es comprometidas com nossa lu> ta. beijo Elaine ----- Original Message ----- From: "Diego Saravia" <[email protected]> Date: Tue, 15 Jun 2004 19:08:55 -0300 To: Coordinadores de Hipatia <[email protected]> Subject: Re: [hipatia] Solidariedade Internacional Exclusivo: Microsoft tentaintimidarGoverno Brasileiro
Elaine, seria bueno que tu y la gente de brasil lo redacte en protugues> e Hipatia apoya
On Wed, 16 Jun 2004 04:48:45 +0800, elaine da silva wrote
Hipatianos estamos organizando a defesa do Sergio Amadeu junto a justi=E7a,bem como articulando a Comunidade Internacional para esta batalha com a empresa monopolista. Solicitamos que a comunidade se manifeste quanto a este epis=F3dio escrevendo para [email protected] bem como divulgando para suas listas, o ocorrido. Penso que seria interessante uma nota oficial da Hipatia quanto ao ocorrido al=E9m das manifesta=E7=F5es individuais. Abaixo, segue a mat=E9ria da Carta Capital que deu origem ao pedido d> e explica=E7=F5es da Microsoft e a vers=E3o ingles
O PING=DCIM AVAN=C7A Cresce o n=FAmero de empresas privadas que adotam o Linux. E o govern> o federal resolve comprar briga com a Microsoft.
Por Marineide Marques
Quando o finland=EAs Linus Torvalds criou o Linux, h=E1 cerca de uma d=E9cada, n=E3o faltaram profecias sobre a r=E1pida revolu=E7=E3o que> o sistema operacional livre provocaria, levando ao ocaso os concorrentes at=E9 ent=E3o dispon=EDveis no mercado. Dados recentes indicam que as mudan> =E7as podem n=E3o ter vindo a galope, como previram v=E1rios analistas, mas come=E7am a acontecer de maneira mais veloz.
No Brasil, pesquisa recente do Yankee Group com 200 das maiores companhias privadas brasileiras informa que 14% delas pretendem adotar o Linux neste ano. A sondagem refor=E7a outro dado, este apurado pela consultoria IDC Brasil, especializada no setor: 17% dos servidores corporativos do Pa=EDs operam os chamados softwares livres ou sistemas abertos.
Efeito pequeno. Para Oliveira e Madrid, da Microsoft, o uso do Linux =E9 restrito A lista inclui redes varejistas como o Carrefour e a Lojas Renner, bancos como o HSBC e o ABN Amro e a operadora de telefonia GVT. "Os principais motivos para as mudan=E7as s=E3o custos, performance e seguran=E7a", afirma Charles Schweitzer, analista da IDC Brasil.
Ao contr=E1rio dos chamados softwares propriet=E1rios, cujo uso est=E1 baseado no pagamento de licen=E7as, os sistemas abertos, como o pr=F3> prio nome diz, d=E3o livre acesso ao c=F3digo-fonte, conjunto de comandos que forma um determinado programa. Isso permite ao usu=E1rio conhecer exatamente o que tem dentro do software e modific=E1-lo se assim desejar. =C9 sonho de todo nerd conhecer, por exemplo, o c=F3digo-fon> te do Windows, da Microsoft, um segredo t=E3o cobi=E7ado quanto a f=F3rm> ula da Coca-Cola.
A possibilidade de adotar um sistema que pode ser adaptado ao seu neg=F3cio, ou customizado, na linguagem gerencial, aliada ao menor custo em rela=E7=E3o aos sistemas propriet=E1rios, seduz um n=FAmero cada vez maior de empresas.
O Carrefour testa o Linux h=E1 alguns meses em cem caixas registradoras. "Estamos estudando o sistema e analisando o desempenho das m=E1quinas para desenvolver um plano de migra=E7=E3o p> ara toda a rede de supermercados", explica o gerente de tecnologia da informa=E7=E3o da cadeia varejista, Andr=E9 de Souza.
O Carrefour tem mais de 7 mil caixas em todo o Brasil e =E9 uma ades=E3> o importante para os aliados do software aberto. Segundo Souza, s=F3 em custo de licen=E7a a economia est=E1 em 30%. Apesar de livre, o Linux> n=E3o =E9 de gra=E7a. Qualquer um pode baixar o programa pela internet e us> =E1- lo, mas as empresas costumam adquirir o software nos distribuidores, num pacote que inclui suporte e manuten=E7=E3o. Outras vantagens perc> ebidas pelo Carrefour s=E3o velocidade e estabilidade. "Um caixa rodando em Linux gasta 30 segundos para fazer uma opera=E7=E3o que durava tr=EAs minutos em outro sistema operacional", diz Souza.
Ele destaca ainda o ganho, embora n=E3o mensur=E1vel, de independ=EAn> cia de fornecedor, ou seja, n=E3o ficar preso a um =FAnico fabricante, uma v> ez que o Linux =E9 desenvolvido por v=E1rias empresas. O gerente n=E3o c> ita nomes, mas quem conhece um pouco do universo de bits e bytes sabe que ele est=E1 falando da Microsoft, dona do Windows, a plataforma que domina 60% dos servidores das empresas brasileiras, segundo n=FAmeros da Funda=E7=E3o Get=FAlio Vargas (FGV). Servidores s=E3o m=E1quinas p> otentes que gerenciam os computadores que integram uma mesma rede.
O avan=E7o do Linux no mercado corporativo n=E3o =E9 desprezado pela Microsoft, mas a gigante fundada pelo milion=E1rio Bill Gates v=EA os sistemas abertos como aplica=E7=F5es de nicho. "Em dez anos, o Linux s=F3 conseguiu participa=E7=E3o restrita em segmentos espec=EDficos, como varejo e web", comenta o gerente de estrat=E9gia de mercado da Microsoft, Eduardo Campos de Oliveira.
N=E3o =E9 bem assim. Aos poucos, o Linux come=E7a a conquistar o seto> r que mais investe em tecnologia da informa=E7=E3o, os bancos (previs=E3o d> e gastos de R$ 11,5 bilh=F5es em 2004). =C9 um territ=F3rio onde a Micr> osoft sempre nadou de bra=E7ada. O HSBC iniciou os testes com o Linux em du> as =E1reas decisivas para os bancos: frente de caixa e terminais de auto-atendimento. A id=E9ia =E9 migrar parte das m=E1quinas nos pr=F3> ximos tr=EAs anos. Hoje, o Linux j=E1 controla todo o sistema de impress=E3> o da rede de ag=EAncias e roda alguns controles internos do banco. Nas contas da institui=E7=E3o, o uso do Linux proporciona economia de at=E9 50%, dependendo da =E1rea. "A plataforma aberta favorece quest=F5es estrat=E9gicas", informa o diretor de opera=E7=F5es de tecnologia da informa=E7=E3o do HSBC, Leignes Andreatti.
No governo. Amadeu, do ITT, quer ampliar o uso O grande desafio dos sistemas abertos =E9 provar que d=E3o conta de t> odas as aplica=E7=F5es cr=EDticas de uma companhia, afinal o sistema ganho> u espa=E7o, mas faltam empresas que utilizem o programa em 100% das m=E1quinas. Isso reflete mais a falta de experi=EAncia do que a incapacidade do software aberto para suportar tais aplica=E7=F5es.
A Lojas Renner =E9 um exemplo de aposta em Linux: dos 80 servidores d> a companhia, 60 rodam em Linux. Os 20 restantes funcionam com o sistema operacional da Sun, mas ser=E3o substitu=EDdos pelo software livre =E0 medida que envelhecerem. "A op=E7=E3o =E9 pelo melhor, independenteme> nte de custo", informa o gerente-geral de tecnologia, Luiz Agnelo Franciosi.
Como prova de confian=E7a nos sistemas abertos, a Renner ser=E1 pione> ira na implanta=E7=E3o de um sistema de controle de compras e estoques baseado em Linux. "Seremos os primeiros do mundo a utilizar a vers=E3> o porque acreditamos na plataforma", justifica o executivo. O sucesso da experi=EAncia da rede brasileira com os softwares livres j=E1 foi alvo de estudos da matriz, a norte-americana JC Penney, mas a op=E7=E3> o n=E3o se repetiu por l=E1.
=C0 medida que cresce o n=FAmero de empresas que utilizam softwares abertos, aumenta a oferta de fornecedores desses sistemas. Gigantes mundiais de hardware e software como HP e IBM perceberam que n=E3o d=E1 para ignorar essa expans=E3o e incorporaram a plataforma =E0s suas m=E1quinas. "Praticamente toda a linha da HP roda Linux. "Mesmo que o cliente n=E3o v=E1 utilizar essa solu=E7=E3o, ele prefere a m=E1quina> que d=EA essa possibilidade de diversifica=E7=E3o no futuro", comenta o gerent> e de marketing para servidores da companhia, Jaison Patroc=EDnio.
A situa=E7=E3o se repete na IBM, onde todas as m=E1quinas saem de f=E1> brica habilitadas a rodar Linux. "O modelo de desenvolvimento e distribui=E7=E3o do software livre =E9 um fato irrevers=EDvel, uma fo> r=E7a que ningu=E9m pode ignorar", afirma o gerente de tecnologias Linux da divis=E3o de softwares da IBM Brasil, Tarc=EDsio Lopes.
"=C9 um modelo de neg=F3cios que n=E3o se sustenta", desafia Oliveira> , da Microsoft, que questiona a possibilidade de se ganhar dinheiro com Linux. A d=FAvida decorre do fato de que todo aperfei=E7oamento feito> no programa deve ser passado adiante para que outros usu=E1rios conhe=E7> am a vers=E3o melhorada. "Quem paga por essa inova=E7=E3o, se ela n=E3o po> de ser apropriada?", pergunta o gerente da Microsoft, destacando que a l=EDd> er mundial em programas de computadores gasta US$ 7 bilh=F5es por ano em pesquisa e desenvolvimento.
Criado em 1991 por Torvalds, na =E9poca estudante de Ci=EAncia da Computa=E7=E3o da Universidade de Helsinque, e tendo como mascote um ping=FCim, o Linux fez a alegria dos nerds, gra=E7as =E0 possibilidad> e de acesso ao c=F3digo-fonte. Em pouco tempo, despertou a aten=E7=E3o das empresas. Para evitar que algu=E9m se apropriasse das melhorias e fizesse uma vers=E3o fechada, Torvalds criou uma licen=E7a especial d> e uso que pro=EDbe que o c=F3digo original ou qualquer modifica=E7=E3o feita com base nele seja fechada.
No Brasil, Linux =E9 sin=F4nimo de Conectiva, empresa paranaense que lidera a venda de sistemas e servi=E7os baseados em software livre no Brasil, com mais de 70% da base instalada no Pa=EDs, segundo dados do IDC. Fundada em 1995, ela conquistou como investidores o fundo de venture Latin Tech e o banco ABN Amro. Nos =FAltimos quatro anos, a empresa vendeu mais de 100 mil programas, a maioria para o poder p=FAblico, e vem treinando uma m=E9dia de 15 mil profissionais por an> o, de acordo com o diretor Rodrigo Stulzer.
A forte depend=EAncia das compras do governo derrubou o faturamento d> a Conectiva no ano passado em 30%. "O governo s=F3 gastou 7% do or=E7am> ento de tecnologia por conta do corte nos gastos de 2003", explica Stulzer. Mais do que provar que o modelo de neg=F3cios do Linux funciona, a Conectiva precisa agora assegurar sustenta=E7=E3o mesmo c> om encolhimento das compras oficiais e acirramento da concorr=EAncia das multinaciona> is.
O maior interesse das companhias privadas n=E3o serve apenas aos interesses da Conectiva. Ele refor=E7a a posi=E7=E3o do governo feder> al, defensor e estimulador da ado=E7=E3o dos softwares livres. "O que est> =E1 em disputa =E9 o futuro, n=E3o o presente", diz S=E9rgio Amadeu, preside> nte do Instituto Nacional de Tecnologia da Informa=E7=E3o (ITI), =F3rg=E3o subordinado =E0 Casa Civil que tem a fun=E7=E3o de disseminar o softw> are livre entre minist=E9rios, empresas p=FAblicas e autarquias.
Ex-funcion=E1rio da prefeitura petista de S=E3o Paulo, Amadeu decidiu comprar uma guerra com os maiores fabricantes de sistemas operacionais fechados, a Microsoft principalmente. Para o presidente do ITI, o modelo de software propriet=E1rio inviabiliza a informatiza=E7=E3o do Pa=EDs, dada a necessidade de pagamento de lice> n=E7as a empresas estrangeiras. "Um pa=EDs pouco informatizado como o Brasil pagou US$ 1,1 bilh=E3o em licen=E7as de software em 2002. O valor s=F3 tende a subir", diz. os gigantes do software. "=C9 uma guerra do pont> o de vista tecnol=F3gico", afirma, enumerando China e =CDndia como alia> dos do Brasil na batalha para "libertar a Esplanada dos Minist=E9rios da reserva de mercado do software propriet=E1rio".
Na defesa do software livre, Amadeu n=E3o poupa cr=EDticas =E0 Micros> oft, a quem acusa de "pr=E1tica de traficante" por oferecer o sistema operacional Windows a alguns governos e prefeituras para a instala=E7> =E3o em programas de inclus=E3o digital. "Isso =E9 presente de grego, uma forma de assegurar massa cr=EDtica para continuar aprisionando o Pa=ED> s."
A declara=E7=E3o causou evidente desconforto na Microsoft. "N=E3o se deve subestimar a capacidade de decis=E3o do usu=E1rio como se ele n=E3o t> ivesse livre-arb=EDtrio no futuro", rebate Oliveira. J=E1 Lorenzo Madrid, diretor da Microsoft para o setor p=FAblico e educa=E7=E3o, se diz preocupado com o componente ideol=F3gico da decis=E3o de governo. "Defendemos a competi=E7=E3o baseada em t=3 DE9cnica e pre=E7o."
O governo promete incluir nos futuros editais de compra para os =F3rg=E3os p=FAblicos a obrigatoriedade de que os sistemas sejam base> ados em softwares livres, o que excluiria a Microsoft de um neg=F3cio no qual ela faturou R$ 55 milh=F5es em 2003, ou 6% das vendas totais no Pa=EDs. "Queremos ser tratados com absoluta neutralidade", afirma Madrid.
O apelo da gigante americana n=E3o comove Amadeu, que promete colocar mais pimenta na discuss=E3o. At=E9 junho, o governo federal pretende lan=E7ar uma campanha publicit=E1ria de apoio ao software livre. At=E9> o fim de 2004, quatro minist=E9rios devem ter migrado seus servidores para o software aberto: Ci=EAncia e Tecnologia, Minas e Energia, Cultura e Rela=E7=F5es Exteriores. Para Amadeu, este ano ser=E1 decis> ivo para vencer "a estrat=E9gia do medo, da incerteza e da d=FAvida", com> o ele classifica o modelo de neg=F3cios da Microsoft. O sucesso do software livre s=F3 o tempo vai provar, mas a briga com a gigante de Bill Gates ser=E1 travada no presente.
Veja as repercuss=F5es em http://www.cipsga.org.br/article.php?sid=3D5338&mode=3Dthread&order=3D> 0 e http://www.softwarelivre.org/news/2479
Dear friends,
It is with vexation that I communicate that the world's largest proprietary software company, owner of a true worldwide monopoly on operating systems is trying to repress the use of Free Software within the Brazilian Federal Government. Microsoft entered with an interpelation on the 15th of June against one of the greatest fighters against the Brazilian technological enprisionment, Sergio Amadeu da Silveira. Microsoft's demands come from an interview given by Amadeu to the "Carta Capital" magazine, in this interview Amadeu compares the ways proprietary systems vendors act with those of drug dealers where "the first shot is always for free", probably in a reference to a quote by Sun Microsystems' President (more on that later) in which it's said that with proprietary software "we are given the first verwion for free, sometimes we get addicted to it and start to pay for further updates or new products acquisition, that's why I don't see any difference between drug traffic and software traffic". Another reason for the interpelation is the use of the expression "Medo, Incerteza e D=FAvida" which translates as "Fear, Uncertainty and Doubt", or FUD for short when referring to microsoft's marketing tactics.
There's a single goal behind this action which is to try to put a halt to the Free Software Movement in our government and within our Nation, by aiming a fellow fighter against the exclusive monopoly and the massive external royalty payments due to licencing costs Brazil is currently bound. But the Free Software Movement is much larger than a company which employs only about 200 people in Brazil. We have to stand together with one of the persons who helps to bring real technical inovation to this government, and spread the news that a huge company is suing a person just for stating ideas which are well supported and coherent .
This battle is being fought inside and outside the government, to try to end the market reserve that exists for proprietary software, which not rarely shows less quality than the Free (libre) counterparts, besides being impossible to audit.
According to Umeoka, Microsoft Brazil's president, the Brazilian government choice for free software can lead the nation to the wrong direction, when it comes to computer software matters. The wrong direction, it seems, is that contrary to Microsoft's interests. Quoting Umeoka "If the country closes its market again - the way it did when the IT market was protected (refering to a law that was passed in the 80s to protect the local IT industry) - in 10 years from now we'll have a dominant position in something that is insignificant", in an excerpt from the Reuters agency. Question is: If it's so insignificant, why are they so concerned? Why trying to sue Sergio Amadeu da Silveira, the president of the national IT institute (ITI) instead of any other member of the free software community? Why are they suing an individual instead of an institution? Why didn't they sue Scott McNealy, Sun's CEO when he said on a interview to the Wired Magazine "The first dose of heroin is always free - Microsoft wants to integrate, but doesn't want to integrate with anyone else" and he adds: "The use of a Microft product ties oneself to the need of more and more". Who uses a computer knows it.
The problem is that Microsoft is trying to sell something very different from what the Government wants to buy, and trying to force us to stick with what we don't need.
The monopoly is trying to intimidate the government , we need to show that the Free Software Community and the Brazilian Government are greater than any global monopoly. We can't accept that a foreign company sue a brasilian person in Brazil just because he stated his point of view, in respect to the freedom of speech.
It's a shame for us to welcome an enterprise like that in our country, more than that, it's a shame that we buy their products even knowing that they often lack quality and bring technological enprisionment.
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agregue algo: Mensaje citado por Vladimir di Fiore <[email protected]>:
Veronica Xhardez dijo:
Que les parece en la portada del sitio: ---------------------------------------------------- Solar, Software Libre Argentina, expresa su solidaridad con Sergio Amadeu, director-presidente del Instituto Nacional de Tecnología de la Informacion del Brasil, que fuera víctima de los ataques legales de Microsoft. Entendemos que este proceso criminal iniciado contra el funcionario brasileño, no es otra cosa que una intimidación por los multiples avances del gobierno brasileño en el uso de Software Libre, y un ataque a la independencia y libre elección de los pueblos.
Solamente en un contexto de democracia, participación y ejercicio pleno de las libertades, países como Argentina o Brasil, pueden soñar con una América solidaria, firme y desarrollada.
Invitamos a todas las asociaciones a sumarse a esta campaña y apoyar solidariamente a Sergio Amadeu.
Más información: http://www.softwarelivre.org/news/2479 --------------------------------------------------------
Ahora q la leo, le falta un poco de pasión. Alguien le pone algún condimento?
Otra cosa, quiza debamos indicar también el apoyo en la propia página de softwarelivre.org.br
VeRoX.
El mar, 15-06-2004 a las 20:37, Diego Saravia escribió:
Campa=F1a internacional
http://www.softwarelivre.org/news/2492
Por favor difundir a todas las organizaciones y personas del mundo del so> ft libre
Diego avaliamos que =E9 melhor a manifesta=E7=E3o sair da Hipatia de outr> o pa=EDs que nao seja do Brasil, "santo de casa n=E3o faz milagre "estamos recebendo
muitas manifesta=E7=F5es do Brasil, queremos dar um carater internacional =E9 o que esta faltando. Seria muito bom se recebessemos apoio da FSFINDIA, FSF, FSFEurope, grupos> de usuarios, cooperativas, enfim organiza=E7=F5es comprometidas com nossa lu> ta. beijo Elaine ----- Original Message ----- From: "Diego Saravia" <[email protected]> Date: Tue, 15 Jun 2004 19:08:55 -0300 To: Coordinadores de Hipatia <[email protected]> Subject: Re: [hipatia] Solidariedade Internacional Exclusivo: Microsoft tentaintimidarGoverno Brasileiro
Elaine, seria bueno que tu y la gente de brasil lo redacte en protugues> e Hipatia apoya
On Wed, 16 Jun 2004 04:48:45 +0800, elaine da silva wrote
Hipatianos estamos organizando a defesa do Sergio Amadeu junto a justi=E7a,bem como articulando a Comunidade Internacional para esta batalha com a empresa monopolista. Solicitamos que a comunidade se manifeste quanto a este epis=F3dio escrevendo para [email protected] bem como divulgando para suas listas, o ocorrido. Penso que seria interessante uma nota oficial da Hipatia quanto ao ocorrido al=E9m das manifesta=E7=F5es individuais. Abaixo, segue a mat=E9ria da Carta Capital que deu origem ao pedido d> e explica=E7=F5es da Microsoft e a vers=E3o ingles
O PING=DCIM AVAN=C7A Cresce o n=FAmero de empresas privadas que adotam o Linux. E o govern> o federal resolve comprar briga com a Microsoft.
Por Marineide Marques
Quando o finland=EAs Linus Torvalds criou o Linux, h=E1 cerca de uma d=E9cada, n=E3o faltaram profecias sobre a r=E1pida revolu=E7=E3o que> o sistema operacional livre provocaria, levando ao ocaso os concorrentes at=E9 ent=E3o dispon=EDveis no mercado. Dados recentes indicam que as mudan> =E7as podem n=E3o ter vindo a galope, como previram v=E1rios analistas, mas come=E7am a acontecer de maneira mais veloz.
No Brasil, pesquisa recente do Yankee Group com 200 das maiores companhias privadas brasileiras informa que 14% delas pretendem adotar o Linux neste ano. A sondagem refor=E7a outro dado, este apurado pela consultoria IDC Brasil, especializada no setor: 17% dos servidores corporativos do Pa=EDs operam os chamados softwares livres ou sistemas abertos.
Efeito pequeno. Para Oliveira e Madrid, da Microsoft, o uso do Linux =E9 restrito A lista inclui redes varejistas como o Carrefour e a Lojas Renner, bancos como o HSBC e o ABN Amro e a operadora de telefonia GVT. "Os principais motivos para as mudan=E7as s=E3o custos, performance e seguran=E7a", afirma Charles Schweitzer, analista da IDC Brasil.
Ao contr=E1rio dos chamados softwares propriet=E1rios, cujo uso est=E1 baseado no pagamento de licen=E7as, os sistemas abertos, como o pr=F3> prio nome diz, d=E3o livre acesso ao c=F3digo-fonte, conjunto de comandos que forma um determinado programa. Isso permite ao usu=E1rio conhecer exatamente o que tem dentro do software e modific=E1-lo se assim desejar. =C9 sonho de todo nerd conhecer, por exemplo, o c=F3digo-fon> te do Windows, da Microsoft, um segredo t=E3o cobi=E7ado quanto a f=F3rm> ula da Coca-Cola.
A possibilidade de adotar um sistema que pode ser adaptado ao seu neg=F3cio, ou customizado, na linguagem gerencial, aliada ao menor custo em rela=E7=E3o aos sistemas propriet=E1rios, seduz um n=FAmero cada vez maior de empresas.
O Carrefour testa o Linux h=E1 alguns meses em cem caixas registradoras. "Estamos estudando o sistema e analisando o desempenho das m=E1quinas para desenvolver um plano de migra=E7=E3o p> ara toda a rede de supermercados", explica o gerente de tecnologia da informa=E7=E3o da cadeia varejista, Andr=E9 de Souza.
O Carrefour tem mais de 7 mil caixas em todo o Brasil e =E9 uma ades=E3> o importante para os aliados do software aberto. Segundo Souza, s=F3 em custo de licen=E7a a economia est=E1 em 30%. Apesar de livre, o Linux> n=E3o =E9 de gra=E7a. Qualquer um pode baixar o programa pela internet e us> =E1- lo, mas as empresas costumam adquirir o software nos distribuidores, num pacote que inclui suporte e manuten=E7=E3o. Outras vantagens perc> ebidas pelo Carrefour s=E3o velocidade e estabilidade. "Um caixa rodando em Linux gasta 30 segundos para fazer uma opera=E7=E3o que durava tr=EAs minutos em outro sistema operacional", diz Souza.
Ele destaca ainda o ganho, embora n=E3o mensur=E1vel, de independ=EAn> cia de fornecedor, ou seja, n=E3o ficar preso a um =FAnico fabricante, uma v> ez que o Linux =E9 desenvolvido por v=E1rias empresas. O gerente n=E3o c> ita nomes, mas quem conhece um pouco do universo de bits e bytes sabe que ele est=E1 falando da Microsoft, dona do Windows, a plataforma que domina 60% dos servidores das empresas brasileiras, segundo n=FAmeros da Funda=E7=E3o Get=FAlio Vargas (FGV). Servidores s=E3o m=E1quinas p> otentes que gerenciam os computadores que integram uma mesma rede.
O avan=E7o do Linux no mercado corporativo n=E3o =E9 desprezado pela Microsoft, mas a gigante fundada pelo milion=E1rio Bill Gates v=EA os sistemas abertos como aplica=E7=F5es de nicho. "Em dez anos, o Linux s=F3 conseguiu participa=E7=E3o restrita em segmentos espec=EDficos, como varejo e web", comenta o gerente de estrat=E9gia de mercado da Microsoft, Eduardo Campos de Oliveira.
N=E3o =E9 bem assim. Aos poucos, o Linux come=E7a a conquistar o seto> r que mais investe em tecnologia da informa=E7=E3o, os bancos (previs=E3o d> e gastos de R$ 11,5 bilh=F5es em 2004). =C9 um territ=F3rio onde a Micr> osoft sempre nadou de bra=E7ada. O HSBC iniciou os testes com o Linux em du> as =E1reas decisivas para os bancos: frente de caixa e terminais de auto-atendimento. A id=E9ia =E9 migrar parte das m=E1quinas nos pr=F3> ximos tr=EAs anos. Hoje, o Linux j=E1 controla todo o sistema de impress=E3> o da rede de ag=EAncias e roda alguns controles internos do banco. Nas contas da institui=E7=E3o, o uso do Linux proporciona economia de at=E9 50%, dependendo da =E1rea. "A plataforma aberta favorece quest=F5es estrat=E9gicas", informa o diretor de opera=E7=F5es de tecnologia da informa=E7=E3o do HSBC, Leignes Andreatti.
No governo. Amadeu, do ITT, quer ampliar o uso O grande desafio dos sistemas abertos =E9 provar que d=E3o conta de t> odas as aplica=E7=F5es cr=EDticas de uma companhia, afinal o sistema ganho> u espa=E7o, mas faltam empresas que utilizem o programa em 100% das m=E1quinas. Isso reflete mais a falta de experi=EAncia do que a incapacidade do software aberto para suportar tais aplica=E7=F5es.
A Lojas Renner =E9 um exemplo de aposta em Linux: dos 80 servidores d> a companhia, 60 rodam em Linux. Os 20 restantes funcionam com o sistema operacional da Sun, mas ser=E3o substitu=EDdos pelo software livre =E0 medida que envelhecerem. "A op=E7=E3o =E9 pelo melhor, independenteme> nte de custo", informa o gerente-geral de tecnologia, Luiz Agnelo Franciosi.
Como prova de confian=E7a nos sistemas abertos, a Renner ser=E1 pione> ira na implanta=E7=E3o de um sistema de controle de compras e estoques baseado em Linux. "Seremos os primeiros do mundo a utilizar a vers=E3> o porque acreditamos na plataforma", justifica o executivo. O sucesso da experi=EAncia da rede brasileira com os softwares livres j=E1 foi alvo de estudos da matriz, a norte-americana JC Penney, mas a op=E7=E3> o n=E3o se repetiu por l=E1.
=C0 medida que cresce o n=FAmero de empresas que utilizam softwares abertos, aumenta a oferta de fornecedores desses sistemas. Gigantes mundiais de hardware e software como HP e IBM perceberam que n=E3o d=E1 para ignorar essa expans=E3o e incorporaram a plataforma =E0s suas m=E1quinas. "Praticamente toda a linha da HP roda Linux. "Mesmo que o cliente n=E3o v=E1 utilizar essa solu=E7=E3o, ele prefere a m=E1quina> que d=EA essa possibilidade de diversifica=E7=E3o no futuro", comenta o gerent> e de marketing para servidores da companhia, Jaison Patroc=EDnio.
A situa=E7=E3o se repete na IBM, onde todas as m=E1quinas saem de f=E1> brica habilitadas a rodar Linux. "O modelo de desenvolvimento e distribui=E7=E3o do software livre =E9 um fato irrevers=EDvel, uma fo> r=E7a que ningu=E9m pode ignorar", afirma o gerente de tecnologias Linux da divis=E3o de softwares da IBM Brasil, Tarc=EDsio Lopes.
"=C9 um modelo de neg=F3cios que n=E3o se sustenta", desafia Oliveira> , da Microsoft, que questiona a possibilidade de se ganhar dinheiro com Linux. A d=FAvida decorre do fato de que todo aperfei=E7oamento feito> no programa deve ser passado adiante para que outros usu=E1rios conhe=E7> am a vers=E3o melhorada. "Quem paga por essa inova=E7=E3o, se ela n=E3o po> de ser apropriada?", pergunta o gerente da Microsoft, destacando que a l=EDd> er mundial em programas de computadores gasta US$ 7 bilh=F5es por ano em pesquisa e desenvolvimento.
Criado em 1991 por Torvalds, na =E9poca estudante de Ci=EAncia da Computa=E7=E3o da Universidade de Helsinque, e tendo como mascote um ping=FCim, o Linux fez a alegria dos nerds, gra=E7as =E0 possibilidad> e de acesso ao c=F3digo-fonte. Em pouco tempo, despertou a aten=E7=E3o das empresas. Para evitar que algu=E9m se apropriasse das melhorias e fizesse uma vers=E3o fechada, Torvalds criou uma licen=E7a especial d> e uso que pro=EDbe que o c=F3digo original ou qualquer modifica=E7=E3o feita com base nele seja fechada.
No Brasil, Linux =E9 sin=F4nimo de Conectiva, empresa paranaense que lidera a venda de sistemas e servi=E7os baseados em software livre no Brasil, com mais de 70% da base instalada no Pa=EDs, segundo dados do IDC. Fundada em 1995, ela conquistou como investidores o fundo de venture Latin Tech e o banco ABN Amro. Nos =FAltimos quatro anos, a empresa vendeu mais de 100 mil programas, a maioria para o poder p=FAblico, e vem treinando uma m=E9dia de 15 mil profissionais por an> o, de acordo com o diretor Rodrigo Stulzer.
A forte depend=EAncia das compras do governo derrubou o faturamento d> a Conectiva no ano passado em 30%. "O governo s=F3 gastou 7% do or=E7am> ento de tecnologia por conta do corte nos gastos de 2003", explica Stulzer. Mais do que provar que o modelo de neg=F3cios do Linux funciona, a Conectiva precisa agora assegurar sustenta=E7=E3o mesmo c> om encolhimento das compras oficiais e acirramento da concorr=EAncia das multinaciona> is.
O maior interesse das companhias privadas n=E3o serve apenas aos interesses da Conectiva. Ele refor=E7a a posi=E7=E3o do governo feder> al, defensor e estimulador da ado=E7=E3o dos softwares livres. "O que est> =E1 em disputa =E9 o futuro, n=E3o o presente", diz S=E9rgio Amadeu, preside> nte do Instituto Nacional de Tecnologia da Informa=E7=E3o (ITI), =F3rg=E3o subordinado =E0 Casa Civil que tem a fun=E7=E3o de disseminar o softw> are livre entre minist=E9rios, empresas p=FAblicas e autarquias.
Ex-funcion=E1rio da prefeitura petista de S=E3o Paulo, Amadeu decidiu comprar uma guerra com os maiores fabricantes de sistemas operacionais fechados, a Microsoft principalmente. Para o presidente do ITI, o modelo de software propriet=E1rio inviabiliza a informatiza=E7=E3o do Pa=EDs, dada a necessidade de pagamento de lice> n=E7as a empresas estrangeiras. "Um pa=EDs pouco informatizado como o Brasil pagou US$ 1,1 bilh=E3o em licen=E7as de software em 2002. O valor s=F3 tende a subir", diz. os gigantes do software. "=C9 uma guerra do pont> o de vista tecnol=F3gico", afirma, enumerando China e =CDndia como alia> dos do Brasil na batalha para "libertar a Esplanada dos Minist=E9rios da reserva de mercado do software propriet=E1rio".
Na defesa do software livre, Amadeu n=E3o poupa cr=EDticas =E0 Micros> oft, a quem acusa de "pr=E1tica de traficante" por oferecer o sistema operacional Windows a alguns governos e prefeituras para a instala=E7> =E3o em programas de inclus=E3o digital. "Isso =E9 presente de grego, uma forma de assegurar massa cr=EDtica para continuar aprisionando o Pa=ED> s."
A declara=E7=E3o causou evidente desconforto na Microsoft. "N=E3o se deve subestimar a capacidade de decis=E3o do usu=E1rio como se ele n=E3o t> ivesse livre-arb=EDtrio no futuro", rebate Oliveira. J=E1 Lorenzo Madrid, diretor da Microsoft para o setor p=FAblico e educa=E7=E3o, se diz preocupado com o componente ideol=F3gico da decis=E3o de governo. "Defendemos a competi=E7=E3o baseada em t=3 DE9cnica e pre=E7o."
O governo promete incluir nos futuros editais de compra para os =F3rg=E3os p=FAblicos a obrigatoriedade de que os sistemas sejam base> ados em softwares livres, o que excluiria a Microsoft de um neg=F3cio no qual ela faturou R$ 55 milh=F5es em 2003, ou 6% das vendas totais no Pa=EDs. "Queremos ser tratados com absoluta neutralidade", afirma Madrid.
O apelo da gigante americana n=E3o comove Amadeu, que promete colocar mais pimenta na discuss=E3o. At=E9 junho, o governo federal pretende lan=E7ar uma campanha publicit=E1ria de apoio ao software livre. At=E9> o fim de 2004, quatro minist=E9rios devem ter migrado seus servidores para o software aberto: Ci=EAncia e Tecnologia, Minas e Energia, Cultura e Rela=E7=F5es Exteriores. Para Amadeu, este ano ser=E1 decis> ivo para vencer "a estrat=E9gia do medo, da incerteza e da d=FAvida", com> o ele classifica o modelo de neg=F3cios da Microsoft. O sucesso do software livre s=F3 o tempo vai provar, mas a briga com a gigante de Bill Gates ser=E1 travada no presente.
Veja as repercuss=F5es em
http://www.cipsga.org.br/article.php?sid=3D5338&mode=3Dthread&order=3D>
0
e http://www.softwarelivre.org/news/2479
Dear friends,
It is with vexation that I communicate that the world's largest proprietary software company, owner of a true worldwide monopoly on operating systems is trying to repress the use of Free Software within the Brazilian Federal Government. Microsoft entered with an interpelation on the 15th of June against one of the greatest fighters against the Brazilian technological enprisionment, Sergio Amadeu da Silveira. Microsoft's demands come from an interview given by Amadeu to the "Carta Capital" magazine, in this interview Amadeu compares the ways proprietary systems vendors act with those of drug dealers where "the first shot is always for free", probably in a reference to a quote by Sun Microsystems' President (more on that later) in which it's said that with proprietary software "we are given the first verwion for free, sometimes we get addicted to it and start to pay for further updates or new products acquisition, that's why I don't see any difference between drug traffic and software traffic". Another reason for the interpelation is the use of the expression "Medo, Incerteza e D=FAvida" which translates as "Fear, Uncertainty and Doubt", or FUD for short when referring to microsoft's marketing tactics.
There's a single goal behind this action which is to try to put a halt to the Free Software Movement in our government and within our Nation, by aiming a fellow fighter against the exclusive monopoly and the massive external royalty payments due to licencing costs Brazil is currently bound. But the Free Software Movement is much larger than a company which employs only about 200 people in Brazil. We have to stand together with one of the persons who helps to bring real technical inovation to this government, and spread the news that a huge company is suing a person just for stating ideas which are well supported and coherent .
This battle is being fought inside and outside the government, to try to end the market reserve that exists for proprietary software, which not rarely shows less quality than the Free (libre) counterparts, besides being impossible to audit.
According to Umeoka, Microsoft Brazil's president, the Brazilian government choice for free software can lead the nation to the wrong direction, when it comes to computer software matters. The wrong direction, it seems, is that contrary to Microsoft's interests. Quoting Umeoka "If the country closes its market again - the way it did when the IT market was protected (refering to a law that was passed in the 80s to protect the local IT industry) - in 10 years from now we'll have a dominant position in something that is insignificant", in an excerpt from the Reuters agency. Question is: If it's so insignificant, why are they so concerned? Why trying to sue Sergio Amadeu da Silveira, the president of the national IT institute (ITI) instead of any other member of the free software community? Why are they suing an individual instead of an institution? Why didn't they sue Scott McNealy, Sun's CEO when he said on a interview to the Wired Magazine "The first dose of heroin is always free - Microsoft wants to integrate, but doesn't want to integrate with anyone else" and he adds: "The use of a Microft product ties oneself to the need of more and more". Who uses a computer knows it.
The problem is that Microsoft is trying to sell something very different from what the Government wants to buy, and trying to force us to stick with what we don't need.
The monopoly is trying to intimidate the government , we need to show that the Free Software Community and the Brazilian Government are greater than any global monopoly. We can't accept that a foreign company sue a brasilian person in Brazil just because he stated his point of view, in respect to the freedom of speech.
It's a shame for us to welcome an enterprise like that in our country, more than that, it's a shame that we buy their products even knowing that they often lack quality and bring technological enprisionment.
Dedicated to the friend and fellow S=E9rgio Amadeu da Silveira.
Loosely translated from portuguese based on an article published by http://www.cipsga.org.br -- ______________________________________________ Check out the latest SMS services @ http://www.linuxmail.org This allows you to send and receive SMS through your mailbox.
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-- Asociación civil SOLAR Software Libre Argentina http://www.solar.org.ar
On Wed, 16 Jun 2004, Martin Olivera wrote:
Informacion del Brasil, que fuera víctima de los ataques legales de Microsoft.
"fuera" da una sensacion de "pasado". Me parece que se podria reescribir como "que esta' siendo" o directamenta "Brasil, vi'ctima de los ataques".
Solamente en un contexto de democracia, participación y ejercicio pleno de las libertades, países como Argentina o Brasil, pueden soñar con una América solidaria, firme y desarrollada.
Me parece que la coma despues de "Brasil" no va. Ricardo H. Medel Stevens Institute of Technology ----------------------------------------- .o. Esta usted en Territorio Rebelde Zapatista: ..o aqui manda el pueblo y el gobierno obedece. ooo
a la portada!!!!!!! Martin Olivera dijo:
agregue algo: Mensaje citado por Vladimir di Fiore <[email protected]>:
Veronica Xhardez dijo:
Que les parece en la portada del sitio: ---------------------------------------------------- Solar, Software Libre Argentina, expresa su solidaridad con Sergio Amadeu, director-presidente del Instituto Nacional de Tecnología de la Informacion del Brasil, que fuera víctima de los ataques legales de Microsoft. Entendemos que este proceso criminal iniciado contra el funcionario brasileño, no es otra cosa que una intimidación por los multiples avances del gobierno brasileño en el uso de Software Libre, y un ataque a la independencia y libre elección de los pueblos.
Solamente en un contexto de democracia, participación y ejercicio pleno de las libertades, países como Argentina o Brasil, pueden soñar con una América solidaria, firme y desarrollada.
Invitamos a todas las asociaciones a sumarse a esta campaña y apoyar solidariamente a Sergio Amadeu.
Más información: http://www.softwarelivre.org/news/2479 --------------------------------------------------------
Ahora q la leo, le falta un poco de pasión. Alguien le pone algún condimento?
Otra cosa, quiza debamos indicar también el apoyo en la propia página
de
softwarelivre.org.br
VeRoX.
El mar, 15-06-2004 a las 20:37, Diego Saravia escribió:
Campa=F1a internacional
http://www.softwarelivre.org/news/2492
Por favor difundir a todas las organizaciones y personas del mundo del so> ft libre
Diego avaliamos que =E9 melhor a manifesta=E7=E3o sair da Hipatia de outr> o pa=EDs que nao seja do Brasil, "santo de casa n=E3o faz milagre "estamos recebendo
muitas manifesta=E7=F5es do Brasil, queremos dar um carater internacional =E9 o que esta faltando. Seria muito bom se recebessemos apoio da FSFINDIA, FSF, FSFEurope, grupos> de usuarios, cooperativas, enfim organiza=E7=F5es comprometidas com nossa lu> ta. beijo Elaine ----- Original Message ----- From: "Diego Saravia" <[email protected]> Date: Tue, 15 Jun 2004 19:08:55 -0300 To: Coordinadores de Hipatia <[email protected]> Subject: Re: [hipatia] Solidariedade Internacional Exclusivo: Microsoft tentaintimidarGoverno Brasileiro
Elaine, seria bueno que tu y la gente de brasil lo redacte en protugues> e Hipatia apoya
On Wed, 16 Jun 2004 04:48:45 +0800, elaine da silva wrote
Hipatianos estamos organizando a defesa do Sergio Amadeu junto a justi=E7a,bem como articulando a Comunidade Internacional para esta batalha com a empresa monopolista. Solicitamos que a comunidade se manifeste quanto a este epis=F3dio escrevendo para [email protected] bem como divulgando para suas listas, o ocorrido. Penso que seria interessante uma nota oficial da Hipatia quanto ao ocorrido al=E9m das manifesta=E7=F5es individuais. Abaixo, segue a mat=E9ria da Carta Capital que deu origem ao pedido d> e explica=E7=F5es da Microsoft e a vers=E3o ingles
O PING=DCIM AVAN=C7A Cresce o n=FAmero de empresas privadas que adotam o Linux. E o govern> o federal resolve comprar briga com a Microsoft.
Por Marineide Marques
Quando o finland=EAs Linus Torvalds criou o Linux, h=E1 cerca de uma d=E9cada, n=E3o faltaram profecias sobre a r=E1pida revolu=E7=E3o que> o sistema operacional livre provocaria, levando ao ocaso os concorrentes at=E9 ent=E3o dispon=EDveis no mercado. Dados recentes indicam que as mudan> =E7as podem n=E3o ter vindo a galope, como previram v=E1rios analistas, mas come=E7am a acontecer de maneira mais veloz.
No Brasil, pesquisa recente do Yankee Group com 200 das maiores companhias privadas brasileiras informa que 14% delas pretendem adotar o Linux neste ano. A sondagem refor=E7a outro dado, este apurado pela consultoria IDC Brasil, especializada no setor: 17% dos servidores corporativos do Pa=EDs operam os chamados softwares livres ou sistemas abertos.
Efeito pequeno. Para Oliveira e Madrid, da Microsoft, o uso do Linux =E9 restrito A lista inclui redes varejistas como o Carrefour e a Lojas Renner, bancos como o HSBC e o ABN Amro e a operadora de telefonia GVT. "Os principais motivos para as mudan=E7as s=E3o custos, performance e seguran=E7a", afirma Charles Schweitzer, analista da IDC Brasil.
Ao contr=E1rio dos chamados softwares propriet=E1rios, cujo uso est=E1 baseado no pagamento de licen=E7as, os sistemas abertos, como o pr=F3> prio nome diz, d=E3o livre acesso ao c=F3digo-fonte, conjunto de comandos que forma um determinado programa. Isso permite ao usu=E1rio conhecer exatamente o que tem dentro do software e modific=E1-lo se assim desejar. =C9 sonho de todo nerd conhecer, por exemplo, o c=F3digo-fon> te do Windows, da Microsoft, um segredo t=E3o cobi=E7ado quanto a f=F3rm> ula da Coca-Cola.
A possibilidade de adotar um sistema que pode ser adaptado ao seu neg=F3cio, ou customizado, na linguagem gerencial, aliada ao menor custo em rela=E7=E3o aos sistemas propriet=E1rios, seduz um n=FAmero cada vez maior de empresas.
O Carrefour testa o Linux h=E1 alguns meses em cem caixas registradoras. "Estamos estudando o sistema e analisando o desempenho das m=E1quinas para desenvolver um plano de migra=E7=E3o p> ara toda a rede de supermercados", explica o gerente de tecnologia da informa=E7=E3o da cadeia varejista, Andr=E9 de Souza.
O Carrefour tem mais de 7 mil caixas em todo o Brasil e =E9 uma ades=E3> o importante para os aliados do software aberto. Segundo Souza, s=F3 em custo de licen=E7a a economia est=E1 em 30%. Apesar de livre, o Linux> n=E3o =E9 de gra=E7a. Qualquer um pode baixar o programa pela internet e us> =E1- lo, mas as empresas costumam adquirir o software nos distribuidores, num pacote que inclui suporte e manuten=E7=E3o. Outras vantagens perc> ebidas pelo Carrefour s=E3o velocidade e estabilidade. "Um caixa rodando em Linux gasta 30 segundos para fazer uma opera=E7=E3o que durava tr=EAs minutos em outro sistema operacional", diz Souza.
Ele destaca ainda o ganho, embora n=E3o mensur=E1vel, de independ=EAn> cia de fornecedor, ou seja, n=E3o ficar preso a um =FAnico fabricante, uma v> ez que o Linux =E9 desenvolvido por v=E1rias empresas. O gerente n=E3o c> ita nomes, mas quem conhece um pouco do universo de bits e bytes sabe que ele est=E1 falando da Microsoft, dona do Windows, a plataforma que domina 60% dos servidores das empresas brasileiras, segundo n=FAmeros da Funda=E7=E3o Get=FAlio Vargas (FGV). Servidores s=E3o m=E1quinas p> otentes que gerenciam os computadores que integram uma mesma rede.
O avan=E7o do Linux no mercado corporativo n=E3o =E9 desprezado pela Microsoft, mas a gigante fundada pelo milion=E1rio Bill Gates v=EA os sistemas abertos como aplica=E7=F5es de nicho. "Em dez anos, o Linux s=F3 conseguiu participa=E7=E3o restrita em segmentos espec=EDficos, como varejo e web", comenta o gerente de estrat=E9gia de mercado da Microsoft, Eduardo Campos de Oliveira.
N=E3o =E9 bem assim. Aos poucos, o Linux come=E7a a conquistar o seto> r que mais investe em tecnologia da informa=E7=E3o, os bancos (previs=E3o d> e gastos de R$ 11,5 bilh=F5es em 2004). =C9 um territ=F3rio onde a Micr> osoft sempre nadou de bra=E7ada. O HSBC iniciou os testes com o Linux em du> as =E1reas decisivas para os bancos: frente de caixa e terminais de auto-atendimento. A id=E9ia =E9 migrar parte das m=E1quinas nos pr=F3> ximos tr=EAs anos. Hoje, o Linux j=E1 controla todo o sistema de impress=E3> o da rede de ag=EAncias e roda alguns controles internos do banco. Nas contas da institui=E7=E3o, o uso do Linux proporciona economia de at=E9 50%, dependendo da =E1rea. "A plataforma aberta favorece quest=F5es estrat=E9gicas", informa o diretor de opera=E7=F5es de tecnologia da informa=E7=E3o do HSBC, Leignes Andreatti.
No governo. Amadeu, do ITT, quer ampliar o uso O grande desafio dos sistemas abertos =E9 provar que d=E3o conta de t> odas as aplica=E7=F5es cr=EDticas de uma companhia, afinal o sistema ganho> u espa=E7o, mas faltam empresas que utilizem o programa em 100% das m=E1quinas. Isso reflete mais a falta de experi=EAncia do que a incapacidade do software aberto para suportar tais aplica=E7=F5es.
A Lojas Renner =E9 um exemplo de aposta em Linux: dos 80 servidores d> a companhia, 60 rodam em Linux. Os 20 restantes funcionam com o sistema operacional da Sun, mas ser=E3o substitu=EDdos pelo software livre =E0 medida que envelhecerem. "A op=E7=E3o =E9 pelo melhor, independenteme> nte de custo", informa o gerente-geral de tecnologia, Luiz Agnelo Franciosi.
Como prova de confian=E7a nos sistemas abertos, a Renner ser=E1 pione> ira na implanta=E7=E3o de um sistema de controle de compras e estoques baseado em Linux. "Seremos os primeiros do mundo a utilizar a vers=E3> o porque acreditamos na plataforma", justifica o executivo. O sucesso da experi=EAncia da rede brasileira com os softwares livres j=E1 foi alvo de estudos da matriz, a norte-americana JC Penney, mas a op=E7=E3> o n=E3o se repetiu por l=E1.
=C0 medida que cresce o n=FAmero de empresas que utilizam softwares abertos, aumenta a oferta de fornecedores desses sistemas. Gigantes mundiais de hardware e software como HP e IBM perceberam que n=E3o d=E1 para ignorar essa expans=E3o e incorporaram a plataforma =E0s suas m=E1quinas. "Praticamente toda a linha da HP roda Linux. "Mesmo que o cliente n=E3o v=E1 utilizar essa solu=E7=E3o, ele prefere a m=E1quina> que d=EA essa possibilidade de diversifica=E7=E3o no futuro", comenta o gerent> e de marketing para servidores da companhia, Jaison Patroc=EDnio.
A situa=E7=E3o se repete na IBM, onde todas as m=E1quinas saem de f=E1> brica habilitadas a rodar Linux. "O modelo de desenvolvimento e distribui=E7=E3o do software livre =E9 um fato irrevers=EDvel, uma fo> r=E7a que ningu=E9m pode ignorar", afirma o gerente de tecnologias Linux da divis=E3o de softwares da IBM Brasil, Tarc=EDsio Lopes.
"=C9 um modelo de neg=F3cios que n=E3o se sustenta", desafia Oliveira> , da Microsoft, que questiona a possibilidade de se ganhar dinheiro com Linux. A d=FAvida decorre do fato de que todo aperfei=E7oamento feito> no programa deve ser passado adiante para que outros usu=E1rios conhe=E7> am a vers=E3o melhorada. "Quem paga por essa inova=E7=E3o, se ela n=E3o po> de ser apropriada?", pergunta o gerente da Microsoft, destacando que a l=EDd> er mundial em programas de computadores gasta US$ 7 bilh=F5es por ano em pesquisa e desenvolvimento.
Criado em 1991 por Torvalds, na =E9poca estudante de Ci=EAncia da Computa=E7=E3o da Universidade de Helsinque, e tendo como mascote um ping=FCim, o Linux fez a alegria dos nerds, gra=E7as =E0 possibilidad> e de acesso ao c=F3digo-fonte. Em pouco tempo, despertou a aten=E7=E3o das empresas. Para evitar que algu=E9m se apropriasse das melhorias e fizesse uma vers=E3o fechada, Torvalds criou uma licen=E7a especial d> e uso que pro=EDbe que o c=F3digo original ou qualquer modifica=E7=E3o feita com base nele seja fechada.
No Brasil, Linux =E9 sin=F4nimo de Conectiva, empresa paranaense que lidera a venda de sistemas e servi=E7os baseados em software livre no Brasil, com mais de 70% da base instalada no Pa=EDs, segundo dados do IDC. Fundada em 1995, ela conquistou como investidores o fundo de venture Latin Tech e o banco ABN Amro. Nos =FAltimos quatro anos, a empresa vendeu mais de 100 mil programas, a maioria para o poder p=FAblico, e vem treinando uma m=E9dia de 15 mil profissionais por an> o, de acordo com o diretor Rodrigo Stulzer.
A forte depend=EAncia das compras do governo derrubou o faturamento d> a Conectiva no ano passado em 30%. "O governo s=F3 gastou 7% do or=E7am> ento de tecnologia por conta do corte nos gastos de 2003", explica Stulzer. Mais do que provar que o modelo de neg=F3cios do Linux funciona, a Conectiva precisa agora assegurar sustenta=E7=E3o mesmo c> om encolhimento das compras oficiais e acirramento da concorr=EAncia das multinaciona> is.
O maior interesse das companhias privadas n=E3o serve apenas aos interesses da Conectiva. Ele refor=E7a a posi=E7=E3o do governo feder> al, defensor e estimulador da ado=E7=E3o dos softwares livres. "O que est> =E1 em disputa =E9 o futuro, n=E3o o presente", diz S=E9rgio Amadeu, preside> nte do Instituto Nacional de Tecnologia da Informa=E7=E3o (ITI), =F3rg=E3o subordinado =E0 Casa Civil que tem a fun=E7=E3o de disseminar o softw> are livre entre minist=E9rios, empresas p=FAblicas e autarquias.
Ex-funcion=E1rio da prefeitura petista de S=E3o Paulo, Amadeu decidiu comprar uma guerra com os maiores fabricantes de sistemas operacionais fechados, a Microsoft principalmente. Para o presidente do ITI, o modelo de software propriet=E1rio inviabiliza a informatiza=E7=E3o do Pa=EDs, dada a necessidade de pagamento de lice> n=E7as a empresas estrangeiras. "Um pa=EDs pouco informatizado como o Brasil pagou US$ 1,1 bilh=E3o em licen=E7as de software em 2002. O valor s=F3 tende a subir", diz. os gigantes do software. "=C9 uma guerra do pont> o de vista tecnol=F3gico", afirma, enumerando China e =CDndia como alia> dos do Brasil na batalha para "libertar a Esplanada dos Minist=E9rios da reserva de mercado do software propriet=E1rio".
Na defesa do software livre, Amadeu n=E3o poupa cr=EDticas =E0 Micros> oft, a quem acusa de "pr=E1tica de traficante" por oferecer o sistema operacional Windows a alguns governos e prefeituras para a instala=E7> =E3o em programas de inclus=E3o digital. "Isso =E9 presente de grego, uma forma de assegurar massa cr=EDtica para continuar aprisionando o Pa=ED> s."
A declara=E7=E3o causou evidente desconforto na Microsoft. "N=E3o se deve subestimar a capacidade de decis=E3o do usu=E1rio como se ele n=E3o t> ivesse
livre-arb=EDtrio no futuro", rebate Oliveira. J=E1 Lorenzo Madrid, diretor da Microsoft para o setor p=FAblico e educa=E7=E3o, se diz preocupado com o componente ideol=F3gico da decis=E3o de governo. "Defendemos a competi=E7=E3o baseada em t=3 DE9cnica e pre=E7o."
O governo promete incluir nos futuros editais de compra para os =F3rg=E3os p=FAblicos a obrigatoriedade de que os sistemas sejam base> ados em softwares livres, o que excluiria a Microsoft de um neg=F3cio no qual ela faturou R$ 55 milh=F5es em 2003, ou 6% das vendas totais no Pa=EDs. "Queremos ser tratados com absoluta neutralidade", afirma Madrid.
O apelo da gigante americana n=E3o comove Amadeu, que promete colocar mais pimenta na discuss=E3o. At=E9 junho, o governo federal pretende lan=E7ar uma campanha publicit=E1ria de apoio ao software livre. At=E9> o fim de 2004, quatro minist=E9rios devem ter migrado seus servidores para o software aberto: Ci=EAncia e Tecnologia, Minas e Energia, Cultura e Rela=E7=F5es Exteriores. Para Amadeu, este ano ser=E1 decis> ivo para vencer "a estrat=E9gia do medo, da incerteza e da d=FAvida", com> o ele classifica o modelo de neg=F3cios da Microsoft. O sucesso do software livre s=F3 o tempo vai provar, mas a briga com a gigante de Bill Gates ser=E1 travada no presente.
Veja as repercuss=F5es em
http://www.cipsga.org.br/article.php?sid=3D5338&mode=3Dthread&order=3D> 0
e http://www.softwarelivre.org/news/2479
Dear friends,
It is with vexation that I communicate that the world's largest proprietary software company, owner of a true worldwide monopoly on operating systems is trying to repress the use of Free Software within the Brazilian Federal Government. Microsoft entered with an interpelation on the 15th of June against one of the greatest fighters against the Brazilian technological enprisionment, Sergio Amadeu da Silveira. Microsoft's demands come from an interview given by Amadeu to the "Carta Capital" magazine, in this interview Amadeu compares the ways proprietary systems vendors act with those of drug dealers where "the first shot is always for free", probably in a reference to a quote by Sun Microsystems' President (more on that later) in which it's said that with proprietary software "we are given the first verwion for free, sometimes we get addicted to it and start to pay for further updates or new products acquisition, that's why I don't see any difference between drug traffic and software traffic". Another reason for the interpelation is the use of the expression "Medo, Incerteza e D=FAvida" which translates as "Fear, Uncertainty and Doubt", or FUD for short when referring to microsoft's marketing tactics.
There's a single goal behind this action which is to try to put a halt to the Free Software Movement in our government and within our Nation, by aiming a fellow fighter against the exclusive monopoly and the massive external royalty payments due to licencing costs Brazil is currently bound. But the Free Software Movement is much larger than a company which employs only about 200 people in Brazil. We have to stand together with one of the persons who helps to bring real technical inovation to this government, and spread the news that a huge company is suing a person just for stating ideas which are well supported and coherent .
This battle is being fought inside and outside the government, to try to end the market reserve that exists for proprietary software, which not rarely shows less quality than the Free (libre) counterparts, besides being impossible to audit.
According to Umeoka, Microsoft Brazil's president, the Brazilian government choice for free software can lead the nation to the wrong direction, when it comes to computer software matters. The wrong direction, it seems, is that contrary to Microsoft's interests. Quoting Umeoka "If the country closes its market again - the way it did when the IT market was protected (refering to a law that was passed in the 80s to protect the local IT industry) - in 10 years from now we'll have a dominant position in something that is insignificant", in an excerpt from the Reuters agency. Question is: If it's so insignificant, why are they so concerned? Why trying to sue Sergio Amadeu da Silveira, the president of the national IT institute (ITI) instead of any other member of the free software community? Why are they suing an individual instead of an institution? Why didn't they sue Scott McNealy, Sun's CEO when he said on a interview to the Wired Magazine "The first dose of heroin is always free - Microsoft wants to integrate, but doesn't want to integrate with anyone else" and he adds: "The use of a Microft product ties oneself to the need of more and more". Who uses a computer knows it.
The problem is that Microsoft is trying to sell something very different from what the Government wants to buy, and trying to force us to stick with what we don't need.
The monopoly is trying to intimidate the government , we need to show that the Free Software Community and the Brazilian Government are greater than any global monopoly. We can't accept that a foreign company sue a brasilian person in Brazil just because he stated his point of view, in respect to the freedom of speech.
It's a shame for us to welcome an enterprise like that in our country, more than that, it's a shame that we buy their products even knowing that they often lack quality and bring technological enprisionment.
Dedicated to the friend and fellow S=E9rgio Amadeu da Silveira.
Loosely translated from portuguese based on an article published by http://www.cipsga.org.br -- ______________________________________________ Check out the latest SMS services @ http://www.linuxmail.org This allows you to send and receive SMS through your mailbox.
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jajaj, no, no, no, para faltan los agregados de Martin Gomez Gimenez, y un par de agregados mas. La campaña de respuesta que estan iniciando alla se llama "O Brasil ten direito a decidir" para el final, agregaria entonces: O Brasil ten direito a decidir! Latinoamérica tiene derecho a decidir! ------------------- hago el merge en un wiki, y paso el link Mensaje citado por Vladimir di Fiore <[email protected]>:
a la portada!!!!!!!
Martin Olivera dijo:
agregue algo: Mensaje citado por Vladimir di Fiore <[email protected]>:
Veronica Xhardez dijo:
Que les parece en la portada del sitio: ---------------------------------------------------- Solar, Software Libre Argentina, expresa su solidaridad con Sergio Amadeu, director-presidente del Instituto Nacional de Tecnología de la Informacion del Brasil, que fuera víctima de los ataques legales de Microsoft. Entendemos que este proceso criminal iniciado contra el funcionario brasileño, no es otra cosa que una intimidación por los multiples avances del gobierno brasileño en el uso de Software Libre, y un ataque a la independencia y libre elección de los pueblos.
Solamente en un contexto de democracia, participación y ejercicio pleno de las libertades, países como Argentina o Brasil, pueden soñar con una América solidaria, firme y desarrollada.
Invitamos a todas las asociaciones a sumarse a esta campaña y apoyar solidariamente a Sergio Amadeu.
Más información: http://www.softwarelivre.org/news/2479 --------------------------------------------------------
Ahora q la leo, le falta un poco de pasión. Alguien le pone algún condimento?
Otra cosa, quiza debamos indicar también el apoyo en la propia página
de
softwarelivre.org.br
VeRoX.
El mar, 15-06-2004 a las 20:37, Diego Saravia escribió:
Campa=F1a internacional
http://www.softwarelivre.org/news/2492
Por favor difundir a todas las organizaciones y personas del mundo del so> ft libre
Diego avaliamos que =E9 melhor a manifesta=E7=E3o sair da Hipatia de outr> o pa=EDs que nao seja do Brasil, "santo de casa n=E3o faz milagre "estamos recebendo
muitas manifesta=E7=F5es do Brasil, queremos dar um carater internacional =E9 o que esta faltando. Seria muito bom se recebessemos apoio da FSFINDIA, FSF, FSFEurope, grupos> de usuarios, cooperativas, enfim organiza=E7=F5es comprometidas com nossa lu> ta. beijo Elaine ----- Original Message ----- From: "Diego Saravia" <[email protected]> Date: Tue, 15 Jun 2004 19:08:55 -0300 To: Coordinadores de Hipatia <[email protected]> Subject: Re: [hipatia] Solidariedade Internacional Exclusivo: Microsoft tentaintimidarGoverno Brasileiro
Elaine, seria bueno que tu y la gente de brasil lo redacte en protugues> e Hipatia apoya
On Wed, 16 Jun 2004 04:48:45 +0800, elaine da silva wrote > Hipatianos estamos organizando a defesa do Sergio Amadeu junto a > justi=E7a,bem como articulando a Comunidade Internacional para esta > batalha com a empresa monopolista. Solicitamos que a comunidade se > manifeste quanto a este epis=F3dio escrevendo para > [email protected] bem como divulgando para suas listas, > o ocorrido. Penso que seria interessante uma nota oficial da > Hipatia quanto ao ocorrido al=E9m das manifesta=E7=F5es individuais. > Abaixo, segue a mat=E9ria da Carta Capital que deu origem ao pedido d> e > explica=E7=F5es da Microsoft e a vers=E3o ingles > > O PING=DCIM AVAN=C7A > Cresce o n=FAmero de empresas privadas que adotam o Linux. E o govern> o > federal resolve comprar briga com a Microsoft. > > Por Marineide Marques > > Quando o finland=EAs Linus Torvalds criou o Linux, h=E1 cerca de uma > d=E9cada, n=E3o faltaram profecias sobre a r=E1pida revolu=E7=E3o que> o sistema > operacional livre provocaria, levando ao ocaso os concorrentes at=E9 > ent=E3o dispon=EDveis no mercado. Dados recentes indicam que as mudan> =E7as > podem n=E3o ter vindo a galope, como previram v=E1rios analistas, mas > come=E7am a acontecer de maneira mais veloz. > > No Brasil, pesquisa recente do Yankee Group com 200 das maiores > companhias privadas brasileiras informa que 14% delas pretendem > adotar o Linux neste ano. A sondagem refor=E7a outro dado, este > apurado pela consultoria IDC Brasil, especializada no setor: 17% dos > servidores corporativos do Pa=EDs operam os chamados softwares livres > ou sistemas abertos. > > Efeito pequeno. > Para Oliveira e Madrid, da Microsoft, o uso do Linux =E9 restrito > A lista inclui redes varejistas como o Carrefour e a Lojas Renner, > bancos como o HSBC e o ABN Amro e a operadora de telefonia GVT. "Os > principais motivos para as mudan=E7as s=E3o custos, performance e > seguran=E7a", afirma Charles Schweitzer, analista da IDC Brasil. > > Ao contr=E1rio dos chamados softwares propriet=E1rios, cujo uso est=E1 > baseado no pagamento de licen=E7as, os sistemas abertos, como o pr=F3> prio > nome diz, d=E3o livre acesso ao c=F3digo-fonte, conjunto de comandos que > forma um determinado programa. Isso permite ao usu=E1rio conhecer > exatamente o que tem dentro do software e modific=E1-lo se assim > desejar. =C9 sonho de todo nerd conhecer, por exemplo, o c=F3digo-fon> te > do Windows, da Microsoft, um segredo t=E3o cobi=E7ado quanto a f=F3rm> ula > da Coca-Cola. > > A possibilidade de adotar um sistema que pode ser adaptado ao seu > neg=F3cio, ou customizado, na linguagem gerencial, aliada ao menor > custo em rela=E7=E3o aos sistemas propriet=E1rios, seduz um n=FAmero cada > vez maior de empresas. > > O Carrefour testa o Linux h=E1 alguns meses em cem caixas > registradoras. "Estamos estudando o sistema e analisando o > desempenho das m=E1quinas para desenvolver um plano de migra=E7=E3o p> ara > toda a rede de supermercados", explica o gerente de tecnologia da > informa=E7=E3o da cadeia varejista, Andr=E9 de Souza. > > O Carrefour tem mais de 7 mil caixas em todo o Brasil e =E9 uma ades=E3> o > importante para os aliados do software aberto. Segundo Souza, s=F3 em > custo de licen=E7a a economia est=E1 em 30%. Apesar de livre, o Linux> n=E3o > =E9 de gra=E7a. Qualquer um pode baixar o programa pela internet e us> =E1- > lo, mas as empresas costumam adquirir o software nos distribuidores, > num pacote que inclui suporte e manuten=E7=E3o. Outras vantagens perc> ebidas > pelo Carrefour s=E3o velocidade e estabilidade. "Um caixa rodando em > Linux gasta 30 segundos para fazer uma opera=E7=E3o que durava tr=EAs > minutos em outro sistema operacional", diz Souza. > > Ele destaca ainda o ganho, embora n=E3o mensur=E1vel, de independ=EAn> cia de > fornecedor, ou seja, n=E3o ficar preso a um =FAnico fabricante, uma v> ez > que o Linux =E9 desenvolvido por v=E1rias empresas. O gerente n=E3o c> ita > nomes, mas quem conhece um pouco do universo de bits e bytes sabe que > ele est=E1 falando da Microsoft, dona do Windows, a plataforma que > domina 60% dos servidores das empresas brasileiras, segundo n=FAmeros > da Funda=E7=E3o Get=FAlio Vargas (FGV). Servidores s=E3o m=E1quinas p> otentes > que gerenciam os computadores que integram uma mesma rede. > > O avan=E7o do Linux no mercado corporativo n=E3o =E9 desprezado pela > Microsoft, mas a gigante fundada pelo milion=E1rio Bill Gates v=EA os > sistemas abertos como aplica=E7=F5es de nicho. "Em dez anos, o Linux s=F3 > conseguiu participa=E7=E3o restrita em segmentos espec=EDficos, como varejo > e web", comenta o gerente de estrat=E9gia de mercado da Microsoft, > Eduardo Campos de Oliveira. > > N=E3o =E9 bem assim. Aos poucos, o Linux come=E7a a conquistar o seto> r que > mais investe em tecnologia da informa=E7=E3o, os bancos (previs=E3o d> e > gastos de R$ 11,5 bilh=F5es em 2004). =C9 um territ=F3rio onde a Micr> osoft > sempre nadou de bra=E7ada. O HSBC iniciou os testes com o Linux em du> as > =E1reas decisivas para os bancos: frente de caixa e terminais de > auto-atendimento. A id=E9ia =E9 migrar parte das m=E1quinas nos pr=F3> ximos > tr=EAs anos. Hoje, o Linux j=E1 controla todo o sistema de impress=E3> o da > rede de ag=EAncias e roda alguns controles internos do banco. Nas > contas da institui=E7=E3o, o uso do Linux proporciona economia de at=E9 > 50%, dependendo da =E1rea. "A plataforma aberta favorece quest=F5es > estrat=E9gicas", informa o diretor de opera=E7=F5es de tecnologia da > informa=E7=E3o do HSBC, Leignes Andreatti. > > No governo. > Amadeu, do ITT, quer ampliar o uso > O grande desafio dos sistemas abertos =E9 provar que d=E3o conta de t> odas > as aplica=E7=F5es cr=EDticas de uma companhia, afinal o sistema ganho> u > espa=E7o, mas faltam empresas que utilizem o programa em 100% das > m=E1quinas. Isso reflete mais a falta de experi=EAncia do que a > incapacidade do software aberto para suportar tais aplica=E7=F5es. > > A Lojas Renner =E9 um exemplo de aposta em Linux: dos 80 servidores d> a > companhia, 60 rodam em Linux. Os 20 restantes funcionam com o sistema > operacional da Sun, mas ser=E3o substitu=EDdos pelo software livre =E0 > medida que envelhecerem. "A op=E7=E3o =E9 pelo melhor, independenteme> nte de > custo", informa o gerente-geral de tecnologia, Luiz Agnelo Franciosi. > > Como prova de confian=E7a nos sistemas abertos, a Renner ser=E1 pione> ira > na implanta=E7=E3o de um sistema de controle de compras e estoques > baseado em Linux. "Seremos os primeiros do mundo a utilizar a vers=E3> o > porque acreditamos na plataforma", justifica o executivo. O sucesso > da experi=EAncia da rede brasileira com os softwares livres j=E1 foi > alvo de estudos da matriz, a norte-americana JC Penney, mas a op=E7=E3> o > n=E3o se repetiu por l=E1. > > =C0 medida que cresce o n=FAmero de empresas que utilizam softwares > abertos, aumenta a oferta de fornecedores desses sistemas. Gigantes > mundiais de hardware e software como HP e IBM perceberam que n=E3o d=E1 > para ignorar essa expans=E3o e incorporaram a plataforma =E0s suas > m=E1quinas. "Praticamente toda a linha da HP roda Linux. "Mesmo que o > cliente n=E3o v=E1 utilizar essa solu=E7=E3o, ele prefere a m=E1quina> que d=EA > essa possibilidade de diversifica=E7=E3o no futuro", comenta o gerent> e de > marketing para servidores da companhia, Jaison Patroc=EDnio. > > A situa=E7=E3o se repete na IBM, onde todas as m=E1quinas saem de f=E1> brica > habilitadas a rodar Linux. "O modelo de desenvolvimento e > distribui=E7=E3o do software livre =E9 um fato irrevers=EDvel, uma fo> r=E7a que > ningu=E9m pode ignorar", afirma o gerente de tecnologias Linux da > divis=E3o de softwares da IBM Brasil, Tarc=EDsio Lopes. > > "=C9 um modelo de neg=F3cios que n=E3o se sustenta", desafia Oliveira> , da > Microsoft, que questiona a possibilidade de se ganhar dinheiro com > Linux. A d=FAvida decorre do fato de que todo aperfei=E7oamento feito> no > programa deve ser passado adiante para que outros usu=E1rios conhe=E7> am a > vers=E3o melhorada. "Quem paga por essa inova=E7=E3o, se ela n=E3o po> de ser > apropriada?", pergunta o gerente da Microsoft, destacando que a l=EDd> er > mundial em programas de computadores gasta US$ 7 bilh=F5es por ano em > pesquisa e desenvolvimento. > > Criado em 1991 por Torvalds, na =E9poca estudante de Ci=EAncia da > Computa=E7=E3o da Universidade de Helsinque, e tendo como mascote um > ping=FCim, o Linux fez a alegria dos nerds, gra=E7as =E0 possibilidad> e de > acesso ao c=F3digo-fonte. Em pouco tempo, despertou a aten=E7=E3o das > empresas. Para evitar que algu=E9m se apropriasse das melhorias e > fizesse uma vers=E3o fechada, Torvalds criou uma licen=E7a especial d> e > uso que pro=EDbe que o c=F3digo original ou qualquer modifica=E7=E3o feita > com base nele seja fechada. > > No Brasil, Linux =E9 sin=F4nimo de Conectiva, empresa paranaense que > lidera a venda de sistemas e servi=E7os baseados em software livre no > Brasil, com mais de 70% da base instalada no Pa=EDs, segundo dados do > IDC. Fundada em 1995, ela conquistou como investidores o fundo de > venture Latin Tech e o banco ABN Amro. Nos =FAltimos quatro anos, a > empresa vendeu mais de 100 mil programas, a maioria para o poder > p=FAblico, e vem treinando uma m=E9dia de 15 mil profissionais por an> o, > de acordo com o diretor Rodrigo Stulzer. > > A forte depend=EAncia das compras do governo derrubou o faturamento d> a > Conectiva no ano passado em 30%. "O governo s=F3 gastou 7% do or=E7am> ento > de tecnologia por conta do corte nos gastos de 2003", explica > Stulzer. Mais do que provar que o modelo de neg=F3cios do Linux > funciona, a Conectiva precisa agora assegurar sustenta=E7=E3o mesmo c> om encolhimento > das compras oficiais e acirramento da concorr=EAncia das multinaciona> is. > > O maior interesse das companhias privadas n=E3o serve apenas aos > interesses da Conectiva. Ele refor=E7a a posi=E7=E3o do governo feder> al, > defensor e estimulador da ado=E7=E3o dos softwares livres. "O que est> =E1 em > disputa =E9 o futuro, n=E3o o presente", diz S=E9rgio Amadeu, preside> nte do > Instituto Nacional de Tecnologia da Informa=E7=E3o (ITI), =F3rg=E3o > subordinado =E0 Casa Civil que tem a fun=E7=E3o de disseminar o softw> are > livre entre minist=E9rios, empresas p=FAblicas e autarquias. > > Ex-funcion=E1rio da prefeitura petista de S=E3o Paulo, Amadeu decidiu > comprar uma guerra com os maiores fabricantes de sistemas > operacionais fechados, a Microsoft principalmente. Para o presidente > do ITI, o modelo de software propriet=E1rio inviabiliza a > informatiza=E7=E3o do Pa=EDs, dada a necessidade de pagamento de lice> n=E7as > a empresas estrangeiras. "Um pa=EDs pouco informatizado como o Brasil > pagou US$ 1,1 bilh=E3o em licen=E7as de software em 2002. O valor s=F3 > tende a subir", diz. os gigantes do software. "=C9 uma guerra do pont> o > de vista tecnol=F3gico", afirma, enumerando China e =CDndia como alia> dos > do Brasil na batalha para "libertar a Esplanada dos Minist=E9rios da > reserva de mercado do software propriet=E1rio". > > Na defesa do software livre, Amadeu n=E3o poupa cr=EDticas =E0 Micros> oft, a > quem acusa de "pr=E1tica de traficante" por oferecer o sistema > operacional Windows a alguns governos e prefeituras para a instala=E7> =E3o > em programas de inclus=E3o digital. "Isso =E9 presente de grego, uma > forma de assegurar massa cr=EDtica para continuar aprisionando o Pa=ED> s." > > A declara=E7=E3o causou evidente desconforto na Microsoft. "N=E3o se deve > subestimar a capacidade de decis=E3o do usu=E1rio como se ele n=E3o t> ivesse
> livre-arb=EDtrio no futuro", rebate Oliveira. J=E1 Lorenzo Madrid, > diretor da Microsoft para o setor p=FAblico e educa=E7=E3o, se diz > preocupado com o componente ideol=F3gico da decis=E3o de governo. > "Defendemos a competi=E7=E3o baseada em t=3 DE9cnica e pre=E7o." > > O governo promete incluir nos futuros editais de compra para os > =F3rg=E3os p=FAblicos a obrigatoriedade de que os sistemas sejam base> ados > em softwares livres, o que excluiria a Microsoft de um neg=F3cio no > qual ela faturou R$ 55 milh=F5es em 2003, ou 6% das vendas totais no Pa=EDs. > "Queremos ser tratados com absoluta neutralidade", afirma Madrid. > > O apelo da gigante americana n=E3o comove Amadeu, que promete colocar > mais pimenta na discuss=E3o. At=E9 junho, o governo federal pretende > lan=E7ar uma campanha publicit=E1ria de apoio ao software livre. At=E9> o > fim de 2004, quatro minist=E9rios devem ter migrado seus servidores > para o software aberto: Ci=EAncia e Tecnologia, Minas e Energia, > Cultura e Rela=E7=F5es Exteriores. Para Amadeu, este ano ser=E1 decis> ivo > para vencer "a estrat=E9gia do medo, da incerteza e da d=FAvida", com> o > ele classifica o modelo de neg=F3cios da Microsoft. O sucesso do > software livre s=F3 o tempo vai provar, mas a briga com a gigante de > Bill Gates ser=E1 travada no presente. > > Veja as repercuss=F5es em > http://www.cipsga.org.br/article.php?sid=3D5338&mode=3Dthread&order=3D> 0 > e > http://www.softwarelivre.org/news/2479 > > Dear friends, > > It is with vexation that I communicate that the world's largest > proprietary software company, owner of a true worldwide monopoly on > operating systems is trying to repress the use of Free Software > within the Brazilian Federal Government. Microsoft entered with an > interpelation on the 15th of June against one of the greatest > fighters against the Brazilian technological enprisionment, Sergio > Amadeu da Silveira. Microsoft's demands come from an interview given > by Amadeu to the "Carta Capital" magazine, in this interview Amadeu > compares the ways proprietary systems vendors act with those of drug > dealers where "the first shot is always for free", probably in a > reference to a quote by Sun Microsystems' President (more on that > later) in which it's said that with proprietary software "we are > given the first verwion for free, sometimes we get addicted to it > and start to pay for further updates or new products acquisition, > that's why I don't see any difference between drug traffic and > software traffic". Another reason for the interpelation is the use > of the expression "Medo, Incerteza e D=FAvida" which translates as > "Fear, Uncertainty and Doubt", or FUD for short when referring to > microsoft's marketing tactics. > > There's a single goal behind this action which is to try to put a > halt to the Free Software Movement in our government and within our > Nation, by aiming a fellow fighter against the exclusive monopoly > and the massive external royalty payments due to licencing costs > Brazil is currently bound. But the Free Software Movement is much > larger than a company which employs only about 200 people in Brazil. > We have to stand together with one of the persons who helps to > bring real technical inovation to this government, and spread the > news that a huge company is suing a person just for stating ideas > which are well supported and coherent . > > This battle is being fought inside and outside the government, to > try to end the market reserve that exists for proprietary software, > which not rarely shows less quality than the Free (libre) > counterparts, besides being impossible to audit. > > According to Umeoka, Microsoft Brazil's president, the Brazilian > government choice for free software can lead the nation to the wrong > direction, when it comes to computer software matters. The wrong > direction, it seems, is that contrary to Microsoft's interests. > Quoting Umeoka "If the country closes its market again - the way it > did when the IT market was protected (refering to a law that was > passed in the 80s to protect the local IT industry) - in 10 years > from now we'll have a dominant position in something that is > insignificant", in an excerpt from the Reuters agency. Question is: > If it's so insignificant, why are they so concerned? Why trying to > sue Sergio Amadeu da Silveira, the president of the national IT > institute (ITI) instead of any other member of the free software > community? Why are they suing an individual instead of an > institution? Why didn't they sue Scott McNealy, Sun's CEO when he > said on a interview to the Wired Magazine "The first dose of heroin > is always free - Microsoft wants to integrate, but doesn't want to > integrate with anyone else" and he adds: "The use of a Microft > product ties oneself to the need of more and more". Who uses a > computer knows it. > > The problem is that Microsoft is trying to sell something very > different from what the Government wants to buy, and trying to force > us to stick with what we don't need. > > The monopoly is trying to intimidate the government , we need to > show that the Free Software Community and the Brazilian Government > are greater than any global monopoly. We can't accept that a foreign > company sue a brasilian person in Brazil just because he stated his > point of view, in respect to the freedom of speech. > > It's a shame for us to welcome an enterprise like that in our > country, more than that, it's a shame that we buy their products > even knowing that they often lack quality and bring technological enprisionment. > > Dedicated to the friend and fellow S=E9rgio Amadeu da Silveira. > > Loosely translated from portuguese based on an article published by http://www.cipsga.org.br > -- > ______________________________________________ > Check out the latest SMS services @ http://www.linuxmail.org > This allows you to send and receive SMS through your mailbox. > > Powered by Outblaze > _______________________________________________ > lista coordinadores-hipatia > [email protected] > http://listas.hipatia.info/mailman/listinfo/coordinadores-hipatia > www.listas.hipatia.info - [email protected]
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-----BEGIN PGP SIGNED MESSAGE----- Hash: SHA1 Veronica Xhardez wrote: | Que les parece en la portada del sitio: | ---------------------------------------------------- | Solar, Software Libre Argentina, expresa su solidaridad con Sergio | Amadeu, víctima de los ataques legales de Microsoft. Entendemos que este | proceso criminal iniciado contra el directivo brasileño, no es otra cosa | que una intimidación, y un ataque a la independencia y libre elección. | | Es en un contexto de democracia y ejercicio pleno de las libertades, en | que países como Argentina o Brasil, pueden soñar con una América | solidaria, firme y desarrollada. | | Invitamos a todas las asociaciones a sumarse a esta campaña y apoyar | solidariamente a Sergio Amadeu. | | Más información: | http://www.softwarelivre.org/news/2479 | -------------------------------------------------------- | | Ahora q la leo, le falta un poco de pasión. | Alguien le pone algún condimento? Si lo que se quiere es dar picazón, yo usaría -aunque eso no signifique que haya cambiado de opinión- la palabra "¡Guerra!" en el título. Y luego agregaría una par de líneas acusándolos de utilizar tácticas cobardes de ataque a miembros de la comunidad, ya que no pueden con ella toda. Esto lo hará más 'urticante'. "¡Moco$oft en pié de guerra! En una actitud cobarde y casi suicida, el oso de la informática atacó a una de las abejas del Software Libre en Brasil. Hasta ahora, el único resultado es que las colmenas de todo el mundo empiecen a zumbar ..." El oso bruto se mete con las abejitas trabajadoras, es el mensaje directo, y las abejas pican, el subliminal :-) Luego sigue la historia tal como está. Bueno, boludeces de madrugada, juro que tomé té. No, no.. té de té :-) En otro orden, la moraleja que me deja esto es que hay que aprender de los errores y evitar mencionarlos por la 'trademark' para evitar quedar enganchados. Tchau! | Otra cosa, quiza debamos indicar también el apoyo en la propia página de | softwarelivre.org.br | | | VeRoX. | | El mar, 15-06-2004 a las 20:37, Diego Saravia escribió: | |>Campa=F1a internacional |> |>http://www.softwarelivre.org/news/2492 |> -----BEGIN PGP SIGNATURE----- Version: GnuPG v1.0.2 (GNU/Linux) Comment: Using GnuPG with Mozilla - http://enigmail.mozdev.org iD8DBQFA0SWSLHLbx9ffmf8RAotOAJ9RRiU8mF0t7Qq4b6Tsex6FDyGb3gCfRPtF V7xgUnVtDMGN0IsMaXCrmUw= =aSkn -----END PGP SIGNATURE-----
participants (8)
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Diego Saravia -
Gerardo Díaz -
josx -
Martin Andres Gomez Gimenez -
Martin Olivera -
Ricardo H. Medel -
Veronica Xhardez -
Vladimir di Fiore